Mariza Loucura Ao Vivo

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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1]

7Sou do fado, como sei
9Vivo um poema cantado
9De um fado que eu inventei
8A falar, não posso dar-me
9Mas ponho a alma a cantar
13E as almas, as almas sabem escutar-me
[Refrão]

4Chorai, chorai
7Poetas do meu país
7Troncos da mesma raíz
7Da vida que nos juntou
4E se vocês
9Não estivessem a meu lado
8Então não havia fado
8Nem fadistas como eu sou
[Verso 2]

8Esta voz tão dolorida
7É culpa de todos vós
8Poetas da minha vida
8É loucura, ouço dizer
9Mas bendita esta loucura
7De cantar e de sofrer

[Refrão]

4Chorai, chorai
7Poetas do meu país
7Troncos da mesma raíz
7Da vida que nos juntou
4E se vocês
9Não estivessem a meu lado
10Então, então não havia fado
8Nem fadistas como eu sou
[Refrão]

5Ah, e se vocês
9Não estivessem a meu lado
8Então não havia fado
8Nem fadistas como eu sou
[Outro]

34Boa noite Lisboa, muito obrigado por terem vindo e espero que tenham um serão muito agradável