Mariza Fado Portugues

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End rhyme Internal rhyme
8O Fado nasceu um dia
9Quando o vento mal bulia
9E o céu o mar prolongava
10Na amurada de um veleiro
9No peito de um marinheiro
9Que estando triste cantava
9Que estando triste cantava
8Ai que lindeza tamanha
8Meu chão, meu monte, meu vale
10De folhas, flores, frutas de oiro
9Vê se vês terras de Espanha
7Areias de Portugal
8Olhar ceguinho de choro
9Na boca de um marinheiro
8Do frágil barco veleiro
10Morrendo a canção magoada
8Diz o pungir dos desejos
10Do lábio a queimar de beijos
9Que beija o ar e mais nada
9Que beija o ar e mais nada
8Mãe adeus, adeus Maria
8Guarda bem no teu sentido
10Que aqui te faço uma jura
9Ou te levo à sacristia
8Ou foi Deus que foi servido
8Dar-me no mar sepultura
11Ora eis que embora outro dia
9Quando o vento nem bulia
9E o céu o mar prolongava
9À proa de outro veleiro
9Velava outro marinheiro
9Que estando triste cantava
9Que estando triste cantava
8Ai que lindeza tamanha
8Meu chão, meu monte, meu vale
10De folhas, flores, frutas de oiro
9Vê se vês terras de Espanha
7Areias de Portugal
8Olhar ceguinho de choro