15Quando ela passa, franzina e cheia de graça
17Há sempre umar de chalaça , no seu olhar fei ticeiro
13Lá vai catita,cada di a mais bonita
18Eo seu vesti do, de chi ta, tem sempre um ar domingueiro
14Passa li geira, ale gre e namoradeira
18Ea sorrir, p'rà rua inteira , vai semeando ilusões
14Quandoela passa, vai vender limões à praça
16E até lhe chamam, porgraça, a Rosinha dos Limões
14Quandoela passa, junto da minha janela
16Meus olhos vão atrás de la a té ver , da rua, o fim
14Com ar gaiato, ela caminha apressada
16Rindo por tudo e por nada, e às vezеs sorrip'ra mim …
14Quandoela passa , apregoando os limões
16Eu, a sós, com os mеus botões, no vão da minha janela
13Ficopensando , que qualquer di a, por graça
16Vou comprar limões à praça e depois, caso comela !
13Fico pensando, que qualquer dia, porgraça
16Vou comprar limões à praça e depois, caso comela !
17Há sempre um
13Lá vai catita,
18E
14
18E
14Quando
16E até lhe chamam, por
14Quando
16Meus olhos vão a
14Com ar gaiato, ela caminha apres
16Rindo por tudo e por nada, e às vezеs sorri
14Quando
16Eu, a sós, com os mеus botões, no vão da minha ja
13Fico
16Vou comprar limões à praça e depois, caso com
13Fico pensando, que qualquer dia, por
16Vou comprar limões à praça e depois, caso com