Mafalda-veiga Restolho

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End rhyme Internal rhyme
5Restolho Lyrics
14Geme o restolho, triste e solitário
13A embalar a noite escura e fria
13E a perder-se no olhar da ventania
12Que canta ao tom do velho campan'rio
12Geme o restolho, preso de saudade
13Esquecido, enlouquecido, dominado
13Escondido entre as sombras do montado
12Sem forçaas e sem cor e sem vontade
13Geme o restolho, a transpirar de chuva
11Nos campos que a ceifeira mutilou
11Dormindo em velhos sonhos que sonhou
16Na alma a mágoa enorme, intensa, aguda
13Mas é preciso morrer e nascer de novo
11Semear no pó e voltar a colher
11Há que ser trigo, depois ser restolho
12Há que penar para aprender a viver
13E a vida não é existir sem mais nada
11A vida não é dia sim, dia não
14É feita em cada entrega alucinada
15P'ra receber daquilo que aumenta o coração
13Geme o restolho, a transpirar de chuva
11Nos campos que a ceifeira mutilou
11Dormindo em velhos sonhos que sonhou
16Na alma a mágoa enorme, intensa, aguda
13Mas é preciso morrer e nascer de novo
11Semear no pó e voltar a colher
11Há que ser trigo, depois ser restolho
12Há que penar para aprender a viver
13E a vida não é existir sem mais nada
11A vida não é dia sim, dia não
14É feita em cada entrega alucinada
15P'ra receber daquilo que aumenta o coração