13Há gente que espera de olhar vazi o
13Na chuva,no frio , encostada ao mundo
7A quem nada es panta
4Nenhumgesto
7Nem raiva ou protesto
13Nem que o sol se vá perdendo lá ao fundo
11Há res tos de amor e de solidão
12Na pele, no chão, na rua inquieta
11Os dias são iguais já sem saudade
4Nem vontade
15Aprendendo a não querer mais do que o queresta
10E a sonhar de olhos abertos
8Nasparagens , nos desertos
10A esperar de olhos fechados
9Sem imagens de outros lados
9A sonhar de olhos abertos
8Sem viagens e regres sos
9Outro dia lado a lado
11Há gente nas ruas que adormece
12Quese esque ce enquanto a noite vem
12É gente que a prendeu que nada urge
4Nadasurge
12Porque os di as são viagens de ninguém
9A sonhar de olhos abertos
8Nas paragens, nos desertos
10A esperar de olhos fechados
9Sem ima gens de outros lados
9A sonhar de olhos abertos
8Sem via gens e regressos
10A esperar de olhos fechados
9Outro dia lado alado
9Aprende-se a calar a dor
7A tremura, orubor
7O que sobra depaixão
10Aprende-se a conter ogesto
7A raiva, o protesto
10E há um dia em que a alma
6Nos rebentanas mãos
13Na chuva,
7
4Nenhum
7Nem raiva ou pro
13
11
12Na pele, no chão, na rua inqui
11Os dias são iguais já sem sau
4Nem von
15Aprendendo a não querer mais do que o que
10
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12Que
12É gen
4Nada
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9A sonhar de olhos a
8Nas paragens, nos de
10A esperar de olhos fe
9
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10A esperar de olhos fechados
9Outro dia lado a
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7A tremura, o
7O que sobra de
10Aprende-se a conter o
7A raiva, o pro
10E há um dia em que a alma
6Nos rebenta