Mafalda-veiga Fonte Dos Deuses

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End rhyme Internal rhyme
8A lua dança na mata
8Até despontar o dia
8Andam ninfas na cascata
9E os deuses em romaria
9E os bravos guerreiro mouros
7Cravam lanças ao luar
9Pra afugentar maus agouros
9Como a fonte a transbordar
8Rio aberto, quase mar
9Acaba todo o sossego
9Inundada a pradaria
9Se os deuses contam segredos
8E água vem que não devi
7E os bravos guerreiros
7Cravam lanças ao luar
9Pra afugentar maus agouros
9Como a fonte a transbordar
8Rio aberto, quase mar
10E estava a princesa moura
8A beber água na fonte
11Onde a vida é uma espora
8Cravada no horizonte
11Todo o dia a toda a hora
7Sempre vem o trovador
8Cantar à princesa moura
10E a toda a moirama em flor
10Ai toda a moura é uma flor
9Cantaria à luz do fogo
8Se me fosse perdoado
9Pelos deuses todo o sonho
9Toda a falta de cuidado
10Mas nem sempre acorda a chama
10Onde a noite é demorada
9Enquanto os deuses recolhem
9Água em fonte transbordada
9Luz em noite enluarada
10E estava a princesa moura
8A beber água na fonte
11Onde a vida é uma espora
8Cravada no horizonte
11Todo o dia a toda a hora
7Sempre vem o trovador
8Cantar à princesa moura
10E a toda a moirama em flor
10Ai toda a moura é uma flor
8Toco na lira dos deuses
8Pela margem da ribeira
9É esse o riso dos deuses
8E das caraças da feira
10Dias de amor nunca esquecem
9Tirando algum que esqueceu
9Quando os deuses enlouquecem
9E arrancam estrelas do céu
7E deixam noites de breu
10E estava a princesa moura
8A beber água na fonte
11Onde a vida é uma espora
8Cravada no horizonte
11Todo o dia a toda a hora
7Sempre vem o trovador
8Cantar à princesa moura
10E a toda a moirama em flor
10Ai toda a moura é uma flor