Mafalda-arnauth Vou Dar De Beber A Alegria

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End rhyme Internal rhyme
13Passei ontem pela rua onde morava
13A cantada e recantada Mariquinhas
18E qual não é o meuespanto,olho e vejopor encanto
13Outra vez lá nas janelasas tabuinhas
17Corri e bati à porta, e até fiquei quase morta
12Quando ela se abriu pelas alminhas
13Pois quem veio a porta abrir e a sorrir
9Era mesmo a Mariquinhas
12Eu entrei e abracei a Mariquinhas
13Que me contou que um senhor de falas finas
16Lhe deu a casa que é sua, pôs o prego na rua
14E correu com o tal senhor que era lingrinhas
8Mandou caiar as paredes
20Pôs cortinados de chita nas janelas tão bonitas, às bolinhas
12E por fora, p'ra chatear as vizinhas
8Janelas com tabuinhas
12Já tiraram os caixilhos às voltinhas
14E as janelas já estão todas catitinhas
17E p'ra afastar os temores dos enguiços dos penhores
12Defumou a casa toda com ervinhas
8Pôs incenso das igrejas
10E p'ra acabar c'oas invejas
13Pôs um chifre atrás da porta às voltinhas
20E na cama, uma colcha feita à mão, debruada com bolinhas
14Lá está tudo, tudo, tudo, até o xaile
13E a guitarra enfeitada com fitinhas
16E sob a cama, reparo, um peniquinho de barro
13Bem bonito e pintadinho com florinhas
16E eu fiquei tão contente, que ficamos calmamente
14A beber ade manhã, ai umas pinguinhas
14Pois agora voltou tudo ao tempo antigo
8Na casa da Mariquinhas
14Pois agora voltou tudo ao tempo antigo
8Na casa da Mariquinhas