17Uma sauda de do mar tem seu monumento em Lisboa
20Velho bairro popular , sombrio e vulgar, queéa Madragoa
18E rezaa históri a que foi lá, numanoite de natal
21Que veio a luz o pri meiro he rói marinheiro,que honrouPortugal
7Ó triste Madragoa
10Tensa esperança enada mais
8E há tanta coisa boa
7Noutros bairros,teus rivais
7Ó pobre Madragoa
13Não tensum só painel, um arco ou um brasão
7Só tens ó Madragoa
14Nos lábi os doce mel, no peito um coração
19A noite cai,e o lu ar vem dar-lhe a triste cor de opala
20E as estrelasa brilhar , parecem baixar do céu para beijá-la
19E a Madra goa a dor mir tem co mo prémio ao seu labor
21Lindos so nhos de princesa, de e terna bele za dos sonhos de amor
7Ó triste Madragoa
10Tens a esperança e nada mais
8E há tanta coisa boa
7Noutrosbairros, teus rivais
7Ó pobre Madragoa
13Não tensum só painel, um arco ou um brasão
7Só tens ó Madragoa
14Nos lábios doce mel, no peito um coração
7Ó triste Madragoa
10Tens a esperança e nada mais
8E há tanta coisa boa
7Noutros bairros, teus rivais
7Ó pobre Madragoa
13Não tensum só painel, um arco ou um brasão
7Só tens ó Madragoa
14Nos lábios doce mel, no peito um coração
20Velho bair
18E re
21Que vei
7Ó triste Ma
10Tensa esperança enada mais
8E há tanta coi
7Noutros bairros,
7Ó pobre Madragoa
13Não tens
7Só tens ó Madragoa
14
19A noite cai,
20E as estrelas
19
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7Ó triste Madrago
10Tens a esperan
8E há tan
7Noutros
7Ó po
13Não tens
7Só tens ó Madragoa
14Nos lábi
7Ó triste Madrago
10Tens a esperan
8E há tan
7Noutros bairros, teus rivais
7Ó pobre Madragoa
13Não tens
7Só tens ó Madragoa
14Nos lábi