[Verso 1]
12Mandacaru quando fulora na
seca
13É
o sinal que a chuva chega no sertão
13To
da menina que enjoa da bo
neca
14É sinal que o amor já chegou no co
ração
13Meia comprida,
não quer mais sapato
baixo
14Vestido bem cintado,
não quer mais vestir
timão
[Refrão]
4Ela só
quer
7Só pen
sa em namorar
4Ela só
quer
7Só pensa em namorar
[Verso 2]
10De manhã cedo já tá pin
tada
14Só vive suspi
rando, sonhando acor
dada
15O pai leva ao dotô a filha adoen
tada
14Não come, nem estu
da, não dorme, nem quer
nada
[Refrão]
4Ela só
quer
7Só pen
sa em namorar
4Ela só
quer
7Só pensa em namorar
[Verso 3]
9Mas o
dotô nem exa
mina
8Chamando
o pai do lado
8Lhe diz logo em sur
dina
14Que o mal é da idade,
que pra tal me
nina
15Não
tem um só remédi
o em toda medi
cina
[Refrão]
4Ela só
quer
7Só pen
sa em namorar
4Ela só
quer
7Só pensa em namorar
[Verso 1]
12Mandacaru quando fulora na
seca
13É
o sinal que a chuva chega no sertão
13To
da menina que enjoa da bo
neca
14É sinal que o amor já chegou no co
ração
13Meia comprida,
não quer mais sapato
baixo
14Vestido bem cintado,
não quer mais vestir
timão
[Refrão]
4Ela só
quer
7Só pen
sa em namorar
4Ela só
quer
7Só pensa em namorar
[Verso 2]
10De manhã cedo já tá pin
tada
14Só vive suspi
rando, sonhando acor
dada
15O pai leva ao dotô a filha adoen
tada
14Não come, nem estu
da, não dorme, nem quer
nada
[Refrão]
4Ela só
quer
7Só pen
sa em namorar
4Ela só
quer
7Só pensa em namorar
[Verso 3]
9Mas o
dotô nem exa
mina
8Chamando
o pai do lado
8Lhe diz logo em sur
dina
14Que o mal é da idade,
que pra tal me
nina
15Não
tem um só remédi
o em toda medi
cina
[Refrão]
4Ela só
quer
7Só pen
sa em namorar
4Ela só
quer
7Só pensa em namorar