Luiz-gonzaga Asa Branca 1952

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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1]

10Quando oiei a terra ardendo
8Qual fogueira de São João
9Eu preguntei a Deus do céu: Ai
9Por que tamanha judiação?
9Eu preguntei a Deus do céu: Ai
9Por que tamanha judiação?
[Verso 2]

8Que braseiro, que fornaia
7Nem um pé de prantação
10Por farta d'água perdi meu gado
9Morreu de sede meu alazão
10Por farta d'água perdi meu gado
9Morreu de sede meu alazão
[Verso 3]

9Inté mesmo a asa-branca
7Bateu asas do sertão
11Entonce eu disse: Adeus, Rosinha
9Guarda contigo meu coração
10Entonce eu dissе: Adeus, Rosinha
9Guarda contigo meu coração

[Verso 4]

7Hoje longе muitas léguas
7Numa triste solidão
11Espero a chuva cair de novo
8Pra mim vortá pro meu sertão
11Espero a chuva cair de novo
8Pra mim vortá pro meu sertão
[Verso 5]

9Quando o verde dos teus oio
8Se espaiar na prantação
11Eu te asseguro, num chore não, viu?
10Que eu vortarei, viu, meu coração?
11Eu te asseguro, num chore não, viu?
10Que eu vortarei, viu, meu coração?