17No Nordeste imenso, quando o sol calcina a terra
16Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra
16Juriti não sus pira, i nhambú seu canto encerra
16Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra
15Acauã, bem no alto do pau-ferro, canta forte
14Como que reclamandosua fal ta de sorte
15Asa branca, se denta, vai chegando na bebida
15Nãotem água a lagoa, já está ressequida
20E osol vai quei mando o brejo, o sertão, cari ri e agreste
12Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nordeste
6Ai, ai, ai, ai meu Deus
6Ai, ai, ai, ai meu Deus
17No Nordeste imenso, quando o sol calcina a terra
16Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra
16Juriti não sus pira, i nhambú seu canto encerra
16Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra
15Acauã, bem no alto do pau-ferro, canta forte
14Como que reclamandosua fal ta de sorte
15Asa branca, se denta, vai chegando na bebida
15Nãotem água a lagoa, já está ressequida
20E osol vai quei mando o brejo, o sertão, cari ri e agreste
12Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nordeste
6Ai, ai, ai, ai meu Deus
6Ai, ai, ai, ai meu Deus
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14Como que reclamando
15Asa bran
15Não
20E o
12Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nor
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17No Nordeste imenso, quando o sol cal
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14Como que reclamando
15Asa bran
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12Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nor
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