Luiz-gonzaga Aquarela Nordestina

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17No Nordeste imenso, quando o sol calcina a terra
16Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra
16Juriti não suspira, inhambú seu canto encerra
16Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra
15Acauã, bem no alto do pau-ferro, canta forte
14Como que reclamando sua falta de sorte
15Asa branca, sedenta, vai chegando na bebida
15Não tem água a lagoa, já está ressequida
20E o sol vai queimando o brejo, o sertão, cariri e agreste
12Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nordeste
6Ai, ai, ai, ai meu Deus
6Ai, ai, ai, ai meu Deus
17No Nordeste imenso, quando o sol calcina a terra
16Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra
16Juriti não suspira, inhambú seu canto encerra
16Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra
15Acauã, bem no alto do pau-ferro, canta forte
14Como que reclamando sua falta de sorte
15Asa branca, sedenta, vai chegando na bebida
15Não tem água a lagoa, já está ressequida
20E o sol vai queimando o brejo, o sertão, cariri e agreste
12Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nordeste
6Ai, ai, ai, ai meu Deus
6Ai, ai, ai, ai meu Deus