13Holofotes riscando a treva aberta
10Suicídio da luz no breu sem fim
12Iluminando tudo aoredor de mim
13Tenhoo riso febril de quem se oferta
11Sou pedaço de terradescoberta
11Por um navegador quesou eu mesmo
12E por mais que a nau viaje a esmo
12Em meu peito a rota é sempre certa
11Eu sou um girassol ebusco a luz
11Mas nasci dentro de uma caverna
12Com alge mas de folhas pre sa à perna
12E horizonte nenhum queme guiasse
12Eupensei que aí tudo acabasse
12Quando em mim teu amor fez moradia
12Hasteou esse sol que acenderi a
12O planeta inteirose precisasse
10Eu sou um girassol indignado
12Ea voz que me rege é a verdade
11Minhas pétalas clamam liberdade
12Para o meu coraçãoagoniado
11Nesse circo de arame farpado
9Palhaço de poucas ilusões
9Cantando na festa dos leões
12Com metadedo riso amordaçado
11Bastaria vagarpela cidade
13Para ver a angústiaem cada face
11E por mais que os olhos eu fechasse
11Senti ria o chei ro da carniça
11Que o dedo maior da mão postiça
11Semeou pelas praças, pelosbecos
11Quem chorava já tem os olhossecos
12De esperar o fantasma da justiça
11Eu não li o epílogo dapeça
11Mas pressin to no jeito dos atores
11O começo do fim desses horrores
11A maldade que na razão tropeça
13E o ciclo da história já tempressa
12Pra bater o martelo contra a mesa
12E cantar voz bem alta a natureza
12Pra esse sol exilado que regressa
10Sui
12Iluminando tudo ao
13Tenho
11Sou pedaço de terra
11Por um navegador que
12
12
11Eu sou um girassol e
11Mas nasci dentro de u
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12E horizonte nenhum que
12Eu
12Quando em mim teu amor fez moradi
12Hasteou es
12O planeta inteiro
10Eu sou um giras
12E
11Minhas pétalas cla
12Para o meu coração
11Nes
9Palhaço de pou
9Cantando na fes
12Com metade
11Bastaria vagar
13Para ver a angústia
11E por mais que os o
11
11
11Semeou pelas praças, pelos
11Quem chorava já tem os olhos
12De esperar o fantasma da jus
11Eu não li o epílogo da
11
11O começo do fim desses horrores
11A mal
13E o ciclo da história já tem
12
12
12Pra esse sol exilado que re