Juliana-linhares Bolero De Isabel

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End rhyme Internal rhyme
9É um nó dado por São Pedro
13E arrochado por São Cosme e Damião
14É uma paixão, é tentação, é um repente
12Igual ao quente do miolo do vulcão
9É um nó dado por São Pedro
13E arrochado por São Cosme e Damião
14É uma paixão, é tentação, é um repente
12Igual ao quente do miolo do vulcão
16Quer ver o bom é o aguado quando leva açúcar
16É ter a cuca açucarada num beijo roubado
15É um pecado confessado ao Mestre Sereno
15Levar sereno no terreiro bem enluarado
16É o pinicado do chuvisco no chão, pinicando
16Ficar bestando com o inverno bem arrelampado
15É o recado da cabocla num beijo mandando
13"Tá namorando a cabocla do recado"
9É um nó dado por São Pedro
13E arrochado por São Cosme e Damião
14É uma paixão, é tentação, é um repente
12Igual ao quente do miolo do vulcão
16Quer ver desejo é o desejo tando desejando
16A luz olhando esse amor na brecha do telhado
17É o rodeado do peru peruando a perua
17É canarinha galeguinha cantando o canário
16Zé do Rosário bolerando com Dona Isabel
16Dona Isabel bolerando com Zé do Rosário
15Imaginário de paixão voraz e proibida
15Escapulida proibida pro imaginário
17Quer ver cenário é o vermelho da auroridade
16É a claridade amarelada do amanhecer
16É ver correr um aguaceiro pelo rio abaixo
14É ver um cacho de banana amadurecer
15Anoitecer vendo o gelo do branco da lua
15E a pele nua com a lua a resplandecer
14É ver nascer um desejo com a invernia
14É a harmonia que o inverno faz nascer
9É um nó dado por São Pedro
13E arrochado por São Cosme e Damião
14É uma paixão, é tentação, é um repente
12Igual ao quente do miolo do vulcão