[Verso 1]
11É raso quando
falo do profundo
18É cla
ro o despreparo se eu adentro pelo es
curo
18Eu trago
em minha empáfi
a uns antolhos de ca
valo
16Que só me deixam ver o pla
no físico primário
[Ponte]
14Nada além do corpo, nada a
lém da roupa
11É um desconforto, é
um mal-estar
11Mesmo
quando falo em evoluir
11Muito menos penso em
compartilhar
[Refrão]
14Ventos elísios se
realinharam
ao sul
15Só pra brincar
nos seus cachos de claros sonhos
puros
11Sopram i
magens que le
vam e trazem
17De um la
do ao outro,
por um outro lado do es
curo
[Verso 2]
20O raio laser do amor, às
vezes, toca a alma
e é tanta
15Lucidez, que até salvar
os bons já não lhe basta
13Mergulha num abismo que al
guns chamam de
20Inferno
e contamina de esperança
o coração do medo
[Ponte 2]
11Como assim, lidar com o abs
trato?
12É um desespe
ro, é um desam
paro
11Como depender
do que não exis
te
12Quando o impalpável vem nos socor
rer?
[Refrão]
14Ventos elísios se realinharam
ao sul
15Só pra brincar com
seus cachos de claros sonhos
puros
15Sopram
imagens que levam e
trazem de um la
do
13Ao outro, por um
outro lado do es
curo
10Por um
outro lado do es
curo
12Eis o meu passado
e o meu futuro
[Refrão]
14Ventos elísios se realinharam
ao sul
15Só pra brin
car nos seus cachos de claros sonhos
puros
15Sopram
imagens que levam e
trazem de um
lado
13Ao outro, por um
outro lado do es
curo
10Por um
outro lado do es
curo