Jorge-vercillo Rio Delirio

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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1]

12Quando andávamos soltos por Havana
18Já não há liberdade onde só pela grana, tudo pode
14Hoje no entanto a que preço que se paga!
13Na ditadura agoniza o sistema
10Extremismo também não resolve
[Refrão]

12Mas quando andarmos livres pelo Rio
18Sem medo dos outros, sem medo do escuro e do vazio
18Quando os lírios de nossa imaginação florescerem
7Será um delírio!
[Verso 2]

21Lá pelas seis e meia da manhã é tanta gente limpando a praia
13É tanto plástico sujando a areia
11É tanto esgoto ferrando o mar!
11Será que eu sei o que é bom pra mim?
13Como ainda caio nessa armadilha?
16Por que me sinto tão derrotado quando nem há porquê?
[Refrão 2] (2X)
7Nas ondas dos seus lençóis
6O mar é mais alto!
6Amar é mais alto!
13Quantas estrelas em nós eu conto, eu conto!

[Verso 3]

18Ontem andava entre as minas explosivas em Luanda
12Hoje a pé andaluz em Barcelona
9Morre pelos dias dos czares
10Nasce pelas tardes de apartheid
15E vaga em Ohio nas noites de insônia
[Refrão 1]

12Mas quando andarmos livres pelo Rio
18Sem medo dos outros, sem medo do escuro e do vazio
18Quando os lírios de nossa imaginação florescerem
7Será um delírio
8Será nosso Rio enfim!
[Verso 2]

21Lá pelas seis e meia da manhã é tanta gente limpando a praia
13É tanto plástico sujando a areia
11É tanto esgoto ferrando o mar!
11Será que eu sei o que é bom pra mim?
13Como ainda caio nessa armadilha?
16Por que me sinto tão derrotado quando nem há porquê?
[Refrão 2] (2X)
7Nas ondas dos seus lençóis
6O mar é mais alto!
6Amar é mais alto!
13Quantas estrelas em nós eu conto, eu conto!