[Verso 1]
12Quando andávamos soltos por
Havana
18Já não há liberdade onde só
pela grana, tudo po
de
14Hoje
no entanto a que
preço que se
paga!
13Na dita
dura agoniza o siste
ma
10Extremismo também não resol
ve
[Refrão]
12Mas
quando an darmos livres pelo
Rio
18Sem medo dos outros, sem medo do escuro e do va
zio
18Quando os lírios de nossa imaginação flores
cerem
7Será um delí
rio!
[Verso 2]
21Lá pelas seis e meia
da manhã é tanta gente limpando
a praia
13É tanto plástico sujando a
areia
11É tanto esgoto ferran
do o mar!
11Será que eu sei o que é
bom pra mim?
13Como ainda caio nessa armadilha?
16Por que me sinto tão derro
tado quando nem há porquê?
[Refrão 2] (2X)
7Nas ondas dos seus
lençóis
6O
mar é mais alto!
6A
mar é mais alto!
13Quantas
estrelas em
nós eu conto, eu conto!
[Verso 3]
18On
tem andava entre as minas explosivas em Lu
anda
12Hoje a pé an
daluz em Barcelona
9Morre pelos di
as dos czares
10Nasce pelas
tardes de a
partheid
15E
vaga em Ohio
nas noites de
insônia
[Refrão 1]
12Mas
quando andarmos li
vres pelo Rio
18Sem medo dos outros, sem medo do escuro
e do vazio
18Quando os lírios de nossa imagina
ção florescerem
7Será
um delírio
8Será nos
so Rio enfim!
[Verso 2]
21Lá pelas seis e meia
da manhã é tanta gente limpando
a praia
13É tanto plástico sujando a
areia
11É tanto esgoto ferran
do o mar!
11Será que eu sei o que é
bom pra mim?
13Como ainda caio nessa armadilha?
16Por que me sinto tão derro
tado quando nem há porquê?
[Refrão 2] (2X)
7Nas ondas dos seus
lençóis
6O
mar é mais alto!
6A
mar é mais alto!
13Quantas
estrelas em
nós eu conto, eu conto!