[Refrão 1: Jorge Vercillo]
9Há de ser bonito,
há de ser
9Há de ser finito,
há de ser
12Há de
ser sereno, há de
ser perene
7Há de ser efê
mero
[Refrão 2: Milton Nascimento]
9Há de ser pecado, há de ser
9Há de ser sa
grado, há de ser
12Há de ser volúvel, há
de ser ambíguo
6Há
de ser altivo
[Verso 1: Jorge Vercillo]
7Construirei nos
so ninho
8Nas paredes do
penhasco
8Pra que nenhum pa
parazzi
8Ouse quebrar nos
so casco
9Nas pedras de
uma caverna
10Vou deixar a nos
sa história
9Para
que o vento
do tempo
10Não
nos apague
da memória
[Refrão 3: Milton Nascimento]
9Há de ser impune,
há de ser
9Há de ser insone,
há de ser
17Há de ser es
cândalo, há de ser re
lâmpago, ciclone
[Refrão 4: Jorge Vercillo]
10Há
de ser exíli
o, há de ser
9Há
de ser retiro, há se ser
13Há
de ser luxúria, há
de ser promessa
6Há
de ser ternura
[Verso 2: Milton Nascimento]
10Cientistas e arque
ólogos
8Registrarão in
dícios
11De que uma estranha ener
gia
9Paira por nossos ves
tígios
9O sentimento re
sistirá
8Aos tempos como um
fóssil
9E o mun
do então saberá
11Que ali viveu o a
mor mais dócil
[Verso 1: Jorge Vercillo + Milton Nascimento]
7Construirei nos
so ninho
8Nas paredes do
penhasco
8Pra que nenhum pa
parazzi
8Ouse quebrar nos
so casco
9Nas pedras de
uma caverna
10Vou deixar a nos
sa história
9Para
que o vento
do tempo
10Não
nos apague
da memória
[Refrão 1: Jorge Vercillo + Milton Nascimento]
9Há de ser bonito,
há de ser
9Há de ser finito,
há de ser
12Há de
ser sereno, há de
ser perene
7Há de ser efê
mero