17Quando a janela se fecha e se transforma num ovo
17Ou sedesfaz em estilhaços de céu a zul e magenta
17Eo meu olhar tem razões que o coração não frequenta
11Por favordiz-me quem és tu , de novo ?
17Quando oteu cheiro me leva às es quinas do vislumbre
19E toda averdade em ti é coisa in certa e tão vasta
18Quem sou eupara ne gar que a tua pre sença me arrasta ?
12Quem és tu,na i mensidão do deslumbre?
17As re des são passa geiras, as arquitecturas da fuga
18De toda a água que corre, de todo o vento que passa
19Quando uma tei a se rasga ergo à lua a minha taça
14E vejo nascer no espelho maisuma ruga
19Quando o tecto se escancara e se confundecom a lua
18A apontar-meo caminho me lhor do que qualquer estrela
16Ninguém me faz duvidar que foste sempre a mais bela
12Por favor, diz-meque és alguém, de novo?
17Quando a janela se fecha e se transforma num ovo
17Ou se desfaz emestilhaços de céu azul e magenta
17Eo meu olhar tem razões que o coração não frequenta
11Por favordiz-me quem és tu , de novo?
17Ou se
17E
11Por favor
17Quando o
19E toda a
18Quem sou eu
12Quem és tu,
17
18
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14E vejo nascer no espelho mais
19Quando o tecto se escancara e se confunde
18A apontar-me
16Ninguém me faz duvi
12Por favor, diz-me
17
17Ou se desfaz em
17E
11Por favor