8Vamos lá contar as armas
8Tu e eu, de braçodado
10Nestaestrada mei o deserta
14Não sabemos quanto tem po as tréguas vão durar ...
9Há vitóriase derrotas
9Apontadas em silêncio
11No diá rio imaginá rio
13Onde empilhamos as razões para lutar !
9Repreen do os meus fantasmas
9Aovirar de ca da esquina
11Por espantarem a inocência
15Quantas vezes te odi ei com medo de te amar ...
9Vejo o fundo da garrafa
9Acendomais outro ci garro
8Tudo serve de cinzeiro
13Quando os deuses brincam é para ma goar!
8Vamosenganar o tempo
11Saltar para o primeiro comboio
12Que arrancar da mais próxima estação !
8Para quê fazer projectos
10Quando sai tudo ao contrário ?
8Pode ser que, por milagre
9Troquemos as voltas aos deuses
10Entre o caos e o conflito
9A vontade e a desordem
8Não podemos ver ao longe
15E corremos sempre o risco de ir longe demais
8Somos meros transeuntes
9No passei o dos prodígios
8Somos só sobreviventes
11Com carimbos falsos nas cre denciais
8Vamos enganar o tempo ...
8Tu e eu, de braço
10Nesta
14Não sabe
9Há vitórias
9Apontadas em silên
11
13Onde em
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9Ao
11Por espantarem a i
15Quantas ve
9Vejo o fundo da gar
9Acendo
8Tudo serve de cin
13Quando os deuses brincam é pa
8Vamos
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12Que ar
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10Quando sai tudo ao contrá
8Pode ser que, por mi
9Troquemos as voltas aos deu
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8Não podemos ver ao lon
15E corremos sem
8Somos me
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8Somos só sobrevi
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8Vamos enganar o tem