17Santa Apolónia arrotava magotes de gente
16Do seu pobre ventre inchado, sujoe decadente
20Quando Amélia desceu da car ruagem dura e pegajosa
20Com o coração danificado e a ca beça em polvorosa
15Na mala o frasco de 'bien -etre' mal vedado
16E o caderno dosdesaba fos todo ensopado
21Amélia a presenta va todos os sintomas de quem se dirige
9Ao lado errado da noite
20Para trás ficaram uma mãe chorosa e o pai em briagado
17Opequeno po ço dos dese jos todo en venenado
18A nódoado baga ço naque la farda repu blicana
18Que a queria levar pra ca ma todos os fins de semana
16E o distinto patrão daquela maldita fundição
13A quem era muito maisdifí cil di zer não
19Amélia transpor tava todas as visões de quem se dirige
9Ao lado errado danoite
16Amélia encon trou Toni numa velha leitaria
20Entre as bolas de berlim com creme e o sol que arrefecia
23Ele falou-lhe de um presente bom e de um futuro e mocionante
21E es condeu-lhe tudo o que pudesse parecer decepci onan te
16Mais tarde, no quarto de pensão, chamou-lhe suamulher
19Seria ele a ori entar o negóci o de aluguer
14Toni tinha todas as qualidades pra ser um rei
9No ladoerrado da noite
14Jonas está a garrado ao seu saxofone
16A namorada deu-lhe com os pés pelo telefone
19E ele encontrou inspiraçãonuma notíci a de jornal
17Acer ca de uma mulher que foi levada a tribunal
17Porter as sassi nado u ma cri ança recém nasci da
17O juiz era um homem queprezava muito a vida
17E a pena foi agra vada por tudo se ter pas sado
9No lado errado danoite
16Do seu pobre ventre inchado, sujo
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