7Os serões habituais
9E as conversas sempre iguais
13Os horóscopos, os signos e ascendentes
15Mais a vida da outra sussurrada entre dentes
12Osconvites nos olhos embriagados
11Os encontros de novo adiados
10Nos ouvidos cansados ecoa
7A canção de Lisboa
8Não está só a solidão
8Há tristeza e compaixão
15Quando o sono acal ma os corpos agitados
15Pela noi te atirados contra colchões errados
13Há o silêncio de quemnão ri nem chora
14Há divórcio entre o dentro e o fora
10Há quem diga quenunca foi boa
7A canção de Lisboa
4Mamã , mamã
7Onde estás tu,mamã ?
9Nós sem ti não sabemos,mamã
6Libertar-nos do mal
4Mamã , mamã
7Onde estás tu,mamã ?
9Nós sem ti não sabemos,mamã
6Libertar-nos do mal
9A urgência de agarrar
8Qualquer coisa para mostrar
13Que afinal nós também temos mão na vida
16Mesmoque seja à custa de a vivermos fingida
15O estatuto para impressionar o mundo
10Não precisa de ser mais profundo
11Que o marasmo que nosator doa
7Ó canção de Lisboa
7As vielas denéon
8E as guitarras jásem som
13Vão mantendo viva a tradição dafome
17Que a memóri a deturpa e o orgulho consome
14Entre o orgasmo na grutaainda fria
12E o abandono da carne vazia
10Cada um no seucanto entoa
7A canção de Lisboa
4Mamã , mamã
7Onde estás tu, mamã ?
9Nós sem ti não sabemos,mamã
6Libertar-nos do mal
4Mamã , mamã
7Onde estás tu, mamã ?
9Nós sem ti não sabemos,mamã
6Libertar-nos do mal
9E as conver
13Os horósco
15Mais a vida da outra sussurra
12Os
11Os encontros de no
10Nos ouvidos cansados ecoa
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8Há triste
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14Há divórcio entre o den
10Há quem diga que
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4
7Onde estás tu,
9Nós sem ti não sabemos,
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7Onde estás tu,
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7As vielas de
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13Vão mantendo viva a tradição da
17Que a me
14Entre o orgasmo na gruta
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10Cada um no seu
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9Nós sem ti não sabemos,
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9Nós sem ti não sabemos,
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