Joana-amendoeira Barco Negro

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13De manhã, que medo, que me achasses feia!
13Acordei, tremendo, deitada na areia
12Mas logo os teus olhos disseram que não
11E o sol penetrou no meu coração
10Vi depois, numa rocha, uma cruz
12E o teu barco negro dançava na luz
16Vi teu braço acenando, entre as velas já soltas
12Dizem as velhas da praia que não voltas:
12No vento que lança areia nos vidros;
12Na água que canta, no fogo mortiço;
12No calor do leito, nos bancos vazios;
13Dentro do meu peito, estás sempre comigo