Joana-amendoeira Aquele Lapis De Carvao

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End rhyme Internal rhyme
12No verso de um papel adormecido
11Dançando no romper da madrugada
11Um lápis fez um rasgo desabrido
11O sonho que meu peito desvendava
12Libertas do carvão entre silêncios
13Cresciam histórias vivas desenhadas
12E o traço do pintor nesse momento
12Deixava um rasto cinza de passagem
11Nasceram aventuras delicadas
13Discretas fontes de água e de coragem
12E o tempo baloiçando nas pisadas
11Do fruto dos seus dedos em viagem
13Tal como a voz que canta a melodia
11Bailada neste verso dedilhado
12Assim dançavam loucos de alegria
13Os dedos de um sorriso apaixonado