9Pressentindo a madrugada
7Na beirado meu olhar
9Abro a mão, não tenhonada
8Mas não a torno a fechar
8Ao vero teu sono lindo
7A dor mir na minha mão
8O or valho vai caindo
7Nas rugas da solidão
9Tu chamas-me de alvorada
8E fazes-te de sol-posto
9Ao veres cair a geada
8Pelos vales do meu rosto
9No momento em que despertas
8Das tuas noites sombrias
9Vês que tenho as mãosabertas
10E queas duas estão vazias
8É por não terem lá nada
8Que só se fecham asduas
9Na surpresa abando nada
9De irem abraçar as tu as
7Na beira
9Abro a mão, não tenho
8Mas não a tor
8Ao ver
7
8
7Nas rugas da so
9Tu chamas-me de alvo
8E fazes-
9Ao veres cair a ge
8Pelos va
9No momento em que des
8Das tuas noites som
9Vês que tenho as mãos
10E que
8É por não terem lá na
8Que só se fecham as
9Na surpre
9De irem a