[Refrão: Spinardi & SPVic(Segunda Voz)]
8Meu olhar
que me sustenta
15Minha mão me orienta ao des
tino que visei
7Se sa
bes digas pra mim:
10Quem mais
vê o que não se quer se ver!
2Pra mim:
11Quem mais
vê o que não
se quer se ver! (x2)
[Verso 1: Spinardi & SPVic(Segunda voz)]
19A carência dos olhos, proposital de um ego
quieto
16Faz sentir o sistema, tentar mudar o ver
bo certo
15As
sim julgado, mas
talvez pra ti seja
errado
22E o despertar do espí
rito, faz de momen
tos um texto al
ternado
14Você
sufocado por
fatos, papéis
riscados
21Sempre cri
ando argumentos que entrelaçam ao
tempo dos compassos
13Poesia dita,
substantivo
letristas
12Letristas, opiniões, pontos
de vista
16Uma inter
na entrevis
ta, juntar todas
as pistas
11As quentes, as frias, legais,
proibidas
14E a fresta, a
char a fresta pra sua peça
15Passar de
poesia a uma incógnita orchestra
[Ponte 1: Spinardi & SPVic(Segunda Voz)]
14Música, levar o dom como algo
concreto
19Faz pesquisar sobre o óbvio e analisar o
discreto
16Ana
lisar um sujeito, ana
lisar um defeito
20E dentre isso a la
ços entre a cane
ta e o pensamento
17Agora nesse
momento, exercito o
tal talento
18Que
faz da música a vida e da
vida um dialeto
18Que
faz da música a vida e da
vida um dialeto
18Que
faz da música a vida e da
vida um dialeto
[Ponte 2: SPVic]
16Aprendi, não na escola, nunca precisei
de cola
21Doutorado
em vício literário,
não somente his
tórias
16Não contente com gaiolas, pesco pen
samentos certos
12Meu
lamentos netos, talvez não
exista
18Após o fim do calendá
rio Maia, mas pra que
distraia
19Eu deixo um feixe em aberto pra
que um dia vo
cê caia
[Refrão: Spinardi & SPVic(Segunda Voz)]
8Meu olhar
que me sustenta
15Minha mão me orienta ao des
tino que visei
7Se sa
bes digas pra mim:
10Quem mais
vê o que não se quer se ver!
2Pra mim:
11Quem mais
vê o que não
se quer se ver! (x2)
[Verso 3: SPVic]
13Então pra que sinta, a
essência limpa
18Freqüências cobrem sua a
tenção e raciocíni
o
8Pintam telas como tinta
13Crio contos com base
em realidade
13Pouca i
dade não limita criação
com
8Cora
ção nessa cidade
14Que
me inspira 24
horas, suo e gasto solas
17Já faz tempo que
aprendi a não aceitar tais
esmolas
16Aprendi,
não na escola, nunca precisei
de cola
21Doutorado
em vício literário,
não somente his
tórias
16Não contente com gaiolas, pesco pen
samentos certos
12Meu
lamentos netos, talvez não
exista
18Após o fim do calendá
rio Maia, mas pra que
distraia
19Eu deixo um feixe em aberto pra
que um dia vo
cê caia
16Mas, nunca diga nunca, escute a toli
ce muda
17Surda, cega, nega a men
tira que é impos
ta, muda!
20Pois agora um
dia foi depois, e nunca deixe
nada pra depois
16Sempre escuta! Quem
fala menos ouve mais
desculpa
12Sendo que vo
cê não erre então berre
12Então berre com qualquer filho da Puta
[Ponte 2: SPVic]
16Aprendi, não na escola, nunca precisei
de cola
21Doutorado
em vício literário,
não somente his
tórias
16Não contente com gaiolas, pesco pen
samentos certos
12Meu
lamentos netos, talvez não
exista
18Após o fim do calendá
rio Maia, mas pra que
distraia
19Eu deixo um feixe em aberto pra
que um dia vo
cê caia
[Verso 3: SPVic]
16Mas nunca diga nunca, escute a
tolice muda
15Surda, cega, nega a
mentira que é imposta
13Muda, pois agora um di
a foi e depois
10E nunca deixe nada pra depois
13Sempre escuta, quem fala
menos ouve mais
13Desculpa! Sendo
que não erre,
então berre
12Então berre com qualquer fi
lha da puta
[Ponte 1: Spinardi & SPVic]
14Música, levar o dom como algo
concreto
19Faz pesquisar sobre o óbvio e analisar o
discreto
16Ana
lisar um sujeito, ana
lisar um defeito
20E dentre isso a la
ços entre a cane
ta e o pensamento
17Agora nesse
momento, exercito o
tal talento
18Que
faz da música a vida e da
vida um dialeto
18Que
faz da música a vida e da
vida um dialeto
19Que
faz da música a vida e da
vida um dialeto (x2)
[Refrão: Spinardi & SPVic(Segunda Voz)]
8Meu olhar
que me sustenta
15Minha mão me orienta ao des
tino que visei
7Se sa
bes digas pra mim:
10Quem mais
vê o que não se quer se ver!
2Pra mim:
11Quem mais
vê o que não
se quer se ver! (x2)
[Verso 4: Ursso]
18Letras de barro es
culpidas, transcritas através das vidas
24Vi
das que motivadas por
um papel se tornam mais
um analista, um
artesão
23Sou da rua letris
ta e motivado, queren
do mais que tags nas pa
redes ou
6Bebendo
álcool
24Pela nossa passarela, rua, não desfilo,
não é minha, claro, não é
sua
16Não flutua,
não brisa,
letristas vai, poe pra
fora
16Vontade de cres
cer, esculpindo até altas
horas
20Um
raciocínio um domínio,
um destino um ca
minho
17Que
entre versos, estrofes, com letras faço parágra
fos
18Entre tiros me esquivo mas sempre
cruzo o semáfo
ro
17Exer
cito um es
tilo, um un
derground incen
tivo
17Um Bola Um estampa
do, um uniforme propício
15Es
tilo livre
de ser, chega
até se envol
ver
14Humilde lábia
capaz de ver pra apren
der
17Al
ternativo, pro
dutivo, in
dependente
um pólo
15A de
mo de um trampo que mais tarde é
pódio