[Verso 1: SPVIC]
21Co
mo te evitar? É meia-noite e
eu deveria tá
na cama
18O excesso de traba
lho com a vidinha ame
ricana
16Acúmulo de
lixo e a mesma falta
de grana
20E a so
lução é ser o pri
meiro a acordar essa
semana
17Da
uma até as três se
fantasia
de inspiração
17Me
guia até as quatro, pra lem
brar que é ou
tro dia
14Tão
vagabunda, ela vicia sem
motivo
13A
vagabunda que vem me manten
do vivo
23E ela é boa com planos, pois
assim começa
mos a gerar re
sultados
17Sem que saibamos que
a energia que mantem
os manos
15Dia após
dia é o
que gera a
safra dos ''supertoscanos''
5Um som
sólido!
15Então sóbrio, sente o teor alco
ólico
10Que sobe em forma de
código
10Flow nostálgico,
sono sádico
19Captou a
experiência
de viver o sonho a
cordado?
4É magico!
[Refrão]
13Te
ter, e não querer te acei
tar, é pior!
15Malditos músicos,
sabem que não tem
como roncar
8Quando eu tô
pronto, volta!
9Ainda me falta co
ragem
11E não querer te acei
tar é pior!
15Malditos músicos
sabem que não tem
como roncar
8Quando eu tô
pronto, volta!
[Verso 2: Qualy]
13Se em curto espaço de tempo eu
vejo
7Esse mundo tão
calmo
10A ne
blina me cala o
olho
7Meus ouvidos que falam
14Minhas compo
sições, assim digamos, no
turnas
12O travessei
ro que não me acon
chega
16Tanto quanto
o que passamos, então va
mos a luta!
13Im
plorei por um sono no
turno, mas
não dá
9Só
fumo, não co
mo, não durmo
12Eu já tentei, de outono a ou
tono
12No turno, eu fujo da queda do
trono
15Me enfurno nos sonhos pra ver se eu me a
turo
9Eu sumo pra ver se eu
volto
9Depois volto pra ver se
sumo
15O escuro que veio
só pra livrar meu a
puro
12Deses
tressa e me deixa mais se
guro
[Refrão]
13Te
ter, e não querer te acei
tar, é pior!
15Malditos músicos,
sabem que não tem
como roncar
8Quando eu tô
pronto, volta!
9Ainda me falta co
ragem
11E não querer te acei
tar é pior!
15Malditos músicos
sabem que não tem
como roncar
8Quando eu tô
pronto, volta!
[Verso 3: Spinardi]
9Dama do ves
tido de prata
5Pouco sensata
25Presta atenção, e
la tá me namorando lá de cima, garota
perva, me testou
11Falo de fatos sei que ela cortou
2A luz
13Na parte em que uma pi
lula introduz
14Me esconde o capuz,
mas mina me conduz mais
13Mesmo assim deixou, debi
litado me vou
13Nem
adianta eu dizer
que quero parar
11Não penso em como
desejo morrer
11Só penso em como
viver até lá
10(Não querer te a
ceitar é pior)
12Pelo que lembro, se ten
tei fiquei menor
12Me lembre de tentar
perder a vergonha
19Enquanto faço amor com minha velha ami
ga insônia
8Repare nessa imagem
9Você tradu
ziria de cor
17Um certo vigor na
fisionomia
é certo, ficou
14Espelho,
espelho meu, o que
me aconteceu?
20Eu ve
jo um rosto em cada la
do, um de ale
gria e pavor
14Estado que estou, eu sigo
passo a passo
20Já vejo um raso desca
so no espa
ço do ego que dupli
cou
13Gela, num a
to de coragem conquistada
17Olhei
no olho da serpen
te e gravei o rosto dela
11Eu não
me limitei aos pensamen
tos
10Nem aos momentos,
nem aos tormentos
7(E não
tem como roncar
8Quando eu tô pronto, volta!
9Ainda me
falta coragem...)
19Então traga-me
um abraço a
pertado, um ver
so noturno
19Mas não traga-me
um fracasso en
joado, um so
nho profundo
24Eu sei que o necessá
rio é rela
tivo, e que essa história
corra
19Veja meu a
migo, que a
maldade se enxerga no
escuro
17Com a vida que le
vo na pele, revejo o
que penso
20É ten
so, mas compen
so, faço par
te dela,
projeto o futu
ro
14Assista o que
assisti em câmera lenta
21En
quanto me deparo com a sessão de te
rapia ao te
rapeuta
[Refrão]
13Te
ter, e não querer te acei
tar, é pior!
15Malditos músicos,
sabem que não tem
como roncar
8Quando eu tô
pronto, volta!
9Ainda me falta co
ragem
11E não querer te acei
tar é pior!
15Malditos músicos
sabem que não tem
como roncar
8Quando eu tô
pronto, volta!