GNR Ao Soldado Desconfiado

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14Diz-me se és o meu reflexo, Ó fonte vulgar
18Diz-me onde esconder a arma que eusoubeenferrujar
20Castro com castroedificas, eu castro o gesto aque incitas
20Estátua de orgulho gelada sobre esta água parada
22O ventodeamanhãquando soprar desagregaráo tempo presente
26Amemória da batalha clássica foi-se, a bandeira ser-me-á indiferente
19Vim para devolver as cidades aos intoxicados da terra
17Será nos gabinetes que se ditará a nova guerra
13Sempre que fui combater rastejei pelo chão
19Onde nem a beladona cresce tocando o musgo com a mão
14Descarnado de alma, mas mantendo a calma
10Dilacerado esforço em vão
19O vento de amanhã esfuma os viciados do controle
20O cheiro a carne assada humana será uma recordação
17Nem mais um soldado anónimo dormirá neste caixão
19Sonhando arrogante com o nome da sua batalha banal
22O vento de amanhã quando soprar desagregará o tempo presente
26A memória da batalha clássica foi-se, a bandeira ser-me-á indiferente
20O cheiro a carne assada humana será uma recordação
17Nem mais um soldado anónimo dormirá neste caixão
17Sonhando arrogante com o nome da batalha banal