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End rhyme Internal rhyme
4Xote Lyrics
15Foi quando a chuva fez a curva no horizonte
13Deixando o Monte da Viúva sem molhar
14Que eu me dei conta que a santa lá da fonte
12Ficou três dias sem beata pra rezar
17Ficou três dias sem beata pra cantar a cantoria
12Que há dez anos todo dia vêm cantar
13As rezadeiras, todas filhas de Maria
15Todas vindas da Bahia com promessas pra pagar
12Rezadeiras, todas filhas de Maria
16Todas elas com um bocado de promessas pra pagar
13Aquela fonte permanece desaguando
17De um milagre que há dez anos acontece no lugar
15Ela não brota de uma grota, de uma pedra
15Nunca medra como qualquer fonte costuma medrar
14Bem na caatinga, onde quase nunca pinga
15Nessa fonte sempre chove todo dia sem falhar
14Esse femeno de fato inusitado
16Parece que é provocado pela firme devoção
14Das rezadeiras que vêm sempre em romaria
17De Alagoas, Pernambuco, Paraíba e região
15Mas todos sabem se a oração não principia
17Com uma moça da Bahia, então chover, não chove, não
13Algumas moças rezadeiras que vieram
13De outros lugares sem ligar pra tradição
13Cantaram tudo, tudo, tudo que puderam
12Mas nos três dias não choveu no lajedão
13Nesses três dias sem as moças da Bahia
15Pra cantar a cantoria, todo mundo percebeu
14Não adianta, pirulito é pirulito
17Piriquito é piriquito, mito é mito, Deus é Deus