11Trocar o logos da posteridade
10Pelo logo daprosperidade
10Celebra-se, po eta que se é
13Durante um tem po a idéia radical
14De tudo importar, se para o supremo ser
14De nada importar, se para o homem mortal
11Abarrotam-se os cofresdo saber
10Um saber que se tornecapital
13Um capital que façao futu ro render
11Os juros da condição de imortal
7(Mas a mor te é certa !)
11Trocar o lo gos da poste ridade
10Pelo logoda prospe ridade
11E assim por muito tempo busca-se
13Ocuidado so esculpir da estátu a
14Que possaatraves sar os sécu los intacta
14Tornar perpétu a a lembrança do poeta
12Maschega-se ao cruzamento da vida
14O ser praum lado , pra outro lado o mundo
15Sujeita-se o po eta à servidão da lida
12Quando a voz da ra zão fala mais fundo
7E essa voz comanda :
11Trocaro logos da posteridade
10Pelo logo daprosperidade
12E o bom poeta , sólido afinal
12Apossa-se da foi ce ou do martelo
16Para investir do aqui e a gora o capital
15No produzir real de um mundo justo e belo
11Celebra as sim, mortal que já se crê
10O afa zer como bem ritual
12Cessar da obsessãopelo supre mo ser
10Nascerdo pra zer pelo soci al
7E o poeta grita :
11Trocar o logos da pos teridade
10Pelologo da pros peridade
10Eis o papel da grande cidade
10Eis a função da modernidade
10Pelo logo da
10Cele
13Du
14De tudo impor
14De nada impor
11Abarrotam-se os cofres
10Um saber que se torne
13Um capital que faça
11
7(
11Tro
10Pelo logo
11
13O
14Que possa
14Tor
12Mas
14O ser pra
15Sujeita-
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7E essa voz co
11Trocar
10Pelo logo da
12E o bom po
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10
12Cessar da obsessão
10Nascer
7E o poeta gri
11
10Pelo
10Eis o papel da gran
10Eis a função da mo