[Verso 1]
23Do nada, a danada da vida me ultrapassou e me deu
uma fechada
23E disse: "duvido fazer do limão que o diabo amas
sou limonada"
24Ouvindo a danada da vida dizendo "du
vido," eu fui pro
tudo ou nada
25E vi que a batalha
não tava perdida e que a
trilha nem ta
va na estrada
24A
vida não tava no trilho e sem brilho eu já tava perden
do a corrida
22Tão ace
lerado sem olhar
pro lado, não lia os si
nais de saída
22Correndo
demais, deixei tudo pra trás, mas a vi
da me deu uma fechada
22Batendo de
frente, eu nasci nova
mente e deixei uma sеmente na estrada
[Refrão]
4*assobio*
[Verso 2]
21Um pé dе limão vai
nascer no local da ba
tida da vida co
migo
25Alguém
vai passar e vai colher pra
fazer uma ba
tida e beber com os a
migos
24E naquele instante, eu
vou estar bem distan
te, pensando já com os meus
botões
23Em
cada limão que a da
nada me deu e o que deu pra fazer
com os limões
23E
quem vai brindar
com a batida que fez com os limões que
nasceram eu não sei
23Alguém numa festa, num sítio, num quarto, num parto ou nu
ma despedida
24Talvez já esteja
bem longe, paran
do em uma cur
va onde eu sempre
passei
24E ouvin
do num último sopro
de vento algum eco desse brinde à
vida
[Refrão]
4*assobio*