Fundo-de-quintal Na Intimidade Meu Preto

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End rhyme Internal rhyme
8Não vai na conversa dela
8Essa mulher é espeto
13Na frente dos outros me chama esse negro
10E na intimidade, meu preto
9Quando eu saio pra gandaia
7Ela faz um escarcéu
10Gritando que eu não valho nada
16E que a grande culpada é a Princesa Isabel
10Mas quando eu volto pra caxanga
9Pra descansar o esqueleto
9Aí ela me beija todo
6Me faz chá de boldo
7E me chama, meu preto
8Não vai na conversa dela
8Essa mulher é espeto
12Na frente dos outros me chama esse negr
11O E na intimidade, meu preto
10Se eu amarro uma pretinha
9Ela apronta um bololô
9E diz que negro quando pinta
13Tem três vezes trinta e que eu sou seu avô
11Porém quando eu chego inspirado
9E lhe declamo um soneto
9Aí ela posa de musa
7Me usa e lambuza
6Me chama, meu preto
8Não vai na conversa dela
8Essa mulher é espeto
13Na frente dos outros me chama esse negro
10E na intimidade, meu preto
8Ela diz pra todo mundo
10Que eu atraso a sua vida
11E quando eu não sujo na entrada
13É fava contada eu sujar na saída
10Porém quando eu danço gostoso
8A dança do minueto
11Aí ela ajoelha e chora
7Jura que me adora
7E me chama, meu preto
8Não vai na conversa dela
8Essa mulher é espeto
13Na frente dos outros me chama esse negro
10E na intimidade, meu preto