[Verso 1]
17Houve um tempo em que eu chorava quase to
do dia
16Dando li
nha a uma vi
da extremamen
te chata
14Com a vontade dispo
nível de não
existir
17Houve um tempo em que eu
morava com
minha triste
za
15Era amigo
e confidente das manhãs sem sol
14Prisioneiro de mim mes
mo, sem poder
fugir
16De
repente o in
finito de uma coisa
boa
14Começou
devagarinho a orbitar
em mim
12Co
mo num conto de fadas dos ir
mãos Grimm
15Era um universo puro
de uma pessoa
14Que
me viu um mundo morto portador de vi
da
15Como um beija-flor
perdido no pró
prio jardim
[Verso 2]
14Era um momento claro de fazer sau
dade
15Um encontro do destino com
a felici
dade
14Formidáveis primaveras de esta
ções sem dor
14Parecia uma
chance pra nascer
de novo
15Uma ple
nitude mansa que acendeu a
chama
14De incon
táveis alegrias vindas do
amor
16Foi assim
que eu mergulhei no mar daquele a
feto
17Esque
cendo a fé sem rosto do
meu peito inqui
eto
15Vendo os seios so
bre a mesa que jorravam mel
15E ouvin
do interjeições de sentimen
tos puros
14In
vesti na sensações de emoções
sem juros
13E ganhei um
universo pra chamar de céu
[Refrão]
14Parecia u
ma chance pra
nascer de no
vo
15Uma ple
nitude mansa que acendeu a
chama
14De incon
táveis alegrias vindas do
amor
16Foi assim
que eu mergulhei no mar daquele a
feto
17Esque
cendo a fé sem rosto do
meu peito inqui
eto
15Vendo os seios so
bre a mesa que jorravam mel
15E ouvin
do interjeições de sentimen
tos puros
14In
vesti na sensações de emoções
sem juros
13E ganhei um
universo pra chamar de
céu
[Saída]
12Ganhei um uni
verso pra chamar de céu
12Ganhei um uni
verso pra chamar de céu
5Pra chamar de céu
5Pra chamar de céu
12Ganhei um uni
verso pra chamar de céu
5Que jorrava mel