Emicida No Beat Do Aeme

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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1: Emicida]

14As únicas notas que eu tenho são musicais
17Porém com elas é que eu me mantenho longe dos boçais
17Leio jornais passados enquanto debruço na janela
17E observo a poesia que reside na favela
18Ela se banha em sangue igual batalha em Tokugawa
17E eu trampo cada sonho como Akira Kurosawa
13Boto a arruda de guiné na oreia
8e vou traçando os passo
20Dentro dos compasso, eu deixo a pureza nas folha de almaço
14Meus lamento é igual do Jacob do Bandolim
19Passeio tranqüilo entre os clarinete e os violãozin
15Brisa igual jamaicano abraçado com o bong
13Atrás do mundo maravilhoso do Louis Armstrong
20Toco a vida no lado bom onde o que rende é o inverso
16Sentimento cai na folha e sem querer vira verso
18Esterce a direção, sem contar os dia como Aquiles
15Me esquivo de quem mata mais que o furacão Billy
15Com mic na garagem Aeme faz beat de sandaia,
6bebo um Jandaia
15Enquanto a luz do dia vara as samambaia
15Solto uns bon fyah pra que a Babilônia caia
19Junto ao clima tenso, mas que o jardim continue suspenso
15Garoa na manhãs de quinta, atmosfera pro flow
19Viaja pro campo de algodão com o canto do espírito
5Sai bem na foto,
2Nike
8, Euro, garrafa, champagne
18Ainda prefiro a verdade do "Vai com Deus" da minha mãe
16Dos remelento sujo gritando nas rua de terra
19Onde eu faço um corre no rápido pra virar uma merra
17Sabota foi infelizmente, mas segue o compromisso
17Enquanto o sol for de graça, dou minha vida por isso
19Abraço a coroa no domingo com a sacola de fruta
15Trás a paz pra que você nunca desista da luta
15Não se sentir por baixo como corpo de límulo
19Se valeu a pena ou não, cê só vai saber depois do túmulo

[Verso 2: Rashid]

21Nas rua, as fé em banho-maria Luzinete me chama à porta
15Grita pra economizar, se não os homi corta
4Minha onda,
15quando o que realmente importa é a ronda
16Que eu faço com a sonda mental pelos beat do 9th Wonder
16Auto-psicografo os verso nas página em branco
18Admirado com os salto do tiozinho do outro banco
13Do buso, confuso, com semblante de sono
18Pedindo a Deus pra não cair que nem as folha no outono
16Não faço bico pras manhã chuvosa em pleno verão
13Que isso, fi? Sorri e vou sondar meu colchão
18Trago os alforge chei de esperança pra dar testemunho
19A arte final é louca, pena que ela mata o rascunho
18Bato o pé pros homi igual Lampião das terra rachada
18Me apego as brisa, pra memética nem chega estrada
15Os rato no porão emotivando as menina
18Os zóio tremulo derrete quando a Nara desafina
15Filhão, de dois canto da Norte aqui, família
18É só cair pra garagem e deixar os bico fazer fila
18Tranqüila como Inesita a vida que eu planejava
13Mas os beat agitava quando Deus traçava
18Essa bohemia quer que os livro veio desemcapado
18Me faz feliz como a criança com o brinquedo ganhado
16Junto aos vinil, o mofo me castiva ao passado
19Vou ser nostálgico porque o futuro ainda é privado
18Sarará crioulo, abana as mão e "Salve família"
20O amor me prende a raiz e ainda me garante as pia
15No swing do banquin quebrado é que eu me contento
17Perfume da flor de lis é que me inspira o momento
14Tempo corre, e eu vou correndo no sapatin
21Rimar o que igual o Aeme faz escuta com a piba no radin
10Brinda os tímpano, com a pá de
3pífano
5nos assobio
16Chinelão no chão, a rua sempre foi nóiz memo, tio