[Verso]
6Rio de Ja
neiro
8Teu perfume, teu tem
pero
12É o azul do mar,
o teu olhar co
ral
17A água-viva de sal espraia
da no teu corpo
de luz
7Esse poder que
Deus deu
17Quando o Rio se lamenta, uma on
da arrebenta
10Sen
sual, e traz
de lá, sereia
13Liberta da teia das re
des pra encantar
16E vem num cava
lo-marinho, sobre
as águas, reinar
12O brilho da veste de
brisa no altar
15Iorubá de
Iemanjá, Iemanjá no
mar
[Verso]
6Rio de Jan
еiro
13O poeta, num veleiro, vеio te contar
25Que o cario
ca vê a Mata Atlântica
inteira na palma de um co
queiro
14Solar,
esse é o povo que dança nas
ruas
14E
o turista que desce na pista do
lugar
7Quer se tornar moreno
14E
primo de Ogum, afilhado de
orixá
16Faz jogo de bicho na sombra leve de um
flamboyant
20Em tardes
azuis, reza no Maracanã, a oração do fu
tebol
8E o gol é
o sol,
o sol
[Verso]
6Rio de Ja
neiro
8Teu perfume, teu tem
pero
12É o azul do mar,
o teu olhar co
ral
17A água-viva de sal espraia
da no teu corpo
de luz
7Esse poder que
Deus deu
17Quando o Rio se lamenta, uma on
da arrebenta
10Sen
sual, e traz
de lá, sereia
13Liberta da teia das re
des pra encantar
16E vem num cava
lo-marinho, sobre
as águas, reinar
12O brilho da veste de
brisa no altar
15Iorubá de
Iemanjá, Iemanjá no
mar
[Verso]
6Rio de Ja
neiro
13O poeta, num velei
ro, veio te contar
25Que o cario
ca vê a Mata Atlântica
inteira na palma de um co
queiro
14Solar, esse é o povo que dança nas
ruas
14E
o turista que desce na pista do
lugar
7Quer se tornar moreno
14E
primo de Ogum, afilhado de
orixá
16Faz jogo de bicho na sombra leve de um
flamboyant
20Em tardes
azuis, reza no Maracanã, a oração do fu
tebol
8E o gol é
o sol,
o sol
[Saída]
6Rio de Ja
neiro
8Teu perfume, teu tem
pero
4É o
azul
6Rio de Ja
neiro
8Teu perfume, teu tem
pero
4É o
azul
6Rio de Ja
neiro
8Teu perfume, teu tem
pero
4É o
azul