[Verso]
14Lá, quan
do eu ouvia o canto
do albatroz
13Eu lá sabia o que era um albatroz?
14O que eu mesmo queria era lembrar você
13O teu chei
rinho de flor que nasce
do ipê
12Sim, eu te perdi como quem perde a
voz
10E vi secar as águas
do Orós
4O sal do mar
8A
flor de lis, um beija-
flor
7Vi meu cora
ção sofrer
11E vi também o que eu nem
pude crer
15É
que o pranto, quando mo
lha, desce a
té manchar
12A se
ca lá de fora não quer
mais armar
14Lá, quan
do eu ouvia o canto
do albatroz
13Eu lá sabia o que era um albatroz?
14O que eu mesmo queria era lembrar você
13O teu chei
rinho de flor que nasce
do ipê
12Sim, eu te perdi como quem perde a
voz
10E vi secar as águas
do Orós
4O sal do mar
8A
flor de lis, um beija-
flor
7Vi meu cora
ção sofrer
11E vi também o que eu nem
pude crer
15É
que o pranto , quando molha, desce a
té manchar
12A seca lá de fora não quer
mais armar
[Refrão]
8E eu lembrando de você
8Ai, essa saudade a
troz
8Se um de nós apa
recer
8Abro a mala dos
lençóis
8E eu lembrando de você
8Ai, essa saudade a
troz
8Se um de nós apa
recer
8Abro a mala dos lençóis
[Verso]
14Lá, quan
do eu ouvia o canto
do albatroz
13Eu lá sabia o que era um albatroz?
14O que eu mesmo queria era lembrar você
13O teu chei
rinho de flor que nasce
do ipê
12Sim, eu te perdi como quem perde a
voz
10E vi secar as águas
do Orós
4O sal do mar
8A
flor de lis, um beija-
flor
7Vi meu cora
ção sofrer
11E vi também o que eu nem
pude crer
15É
que o pranto, quando molha, desce a
té manchar
12A seca lá de fora não quer
mais armar
[Refrão]
8E eu lembrando de você
8Ai, essa saudade atroz
8Se um de nós apa
recer
8Abro a mala dos
lençóis
8E eu lembrando
de você
8Ai, essa saudade atroz
8Se um de nós apa
recer
8Abro a mala dos lençóis
8E eu lembrando
de você
8Ai, essa saudade atroz
8Se um de nós apa
recer
8Abro a mala dos lençóis