[Verso 1]
8Ma
ria cheia de raça
11Não te
ve de graça o que con
cebeu
16Quando alguém é um rio
quegeraum
oceano
15Não háne
nhum tirano que arranque
o queé seu
[Verso 2]
15Ventre quando
se transforma em um santu
ário
15É revolucionário a meu modo
de ver
13Ninguém vai do
parto ao Santo Sudário
5Sem saber por quê
[Verso 3]
10Tem que
ter a luz da humildade
12Cumplicidade, amor
e revelia
12Ninguém se tor
na a mãe da cristan
dade
8Sem a santa ousa
dia
[Verso 4]
12Olhos que velaram pelo sono
de Adonai
11Clareai o mundo, mãe, iluminai
7Cada vez que um
de nós
14Se vê tentado pela insana covardia
[Refrão]
4Di
vina mãe
14Es
trela luminosa que perpetuou
Belém
4Guerrei
ra mãe
14Nos dias de treva
nas ruas de Jeru
salém
4Olhai
por nós
15Nas horas de tristeza, nos mo
mentos de a
flição
4E derramai
17A poderosa força de vontade em
nosso coração
[Verso 3 - Variação]
13Ninguém vai do
parto ao Santo Sudári
o
5Sem sa
ber por quê
10Tem que
ter a luz da humilda
de
12Cumplicidade, amor
e revelia
12Ninguém se tor
na a mãe da cristan
dade
8Sem a santa ousa
dia
[Verso 4]
12Olhos que velaram pelo sono
de Adonai
11Clareai o mundo, mãe, iluminai
7Cada vez que um
de nós
14Se vê tentado pela insana covardia
[Refrão]
4Di
vina mãe
14Es
trela luminosa que perpetuou
Belém
4Guerrei
ra mãe
14Nos dias de treva
nas ruas de Jeru
salém
4Olhai
por nós
15Nas horas de tristeza, nos mo
mentos de a
flição
4E derramai
17A poderosa força de vontade em
nosso coração
[Refrão]
4Di
vina mãe
14Es
trela luminosa que perpetuou
Belém
4Guerrei
ra mãe
14Nos dias de treva
nas ruas de Jeru
salém
4Olhai
por nós
15Nas horas de tristeza, nos mo
mentos de a
flição
4E derramai
17A poderosa força de vontade em
nosso coração