Elba-ramalho Cajuina 1999

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End rhyme Internal rhyme
[Verso]

4Existirmos
9A que será que se destina
14Pois quando tu me deste a rosa pequenina
8Vi que és um homem lindo
9E que se acaso a sina
7Do menino infeliz
7Não se nos ilumina
14Tão pouco turva-se a lágrima nordestina
15Apenas a matéria vida era tão fina
14E éramos olharmo-nos intacta retina
11A cajuína cristalina em Teresina
[Verso]

4Existirmos
9A que será que se destina
13Quando tu me deste a rosa pequenina
8Vi que és um homem lindo
9E que se acaso a sina
7Do meninim' infeliz
7Não se nos ilumina
14Tão pouco turva-se a lágrima nordestina
15Apenas a matéria vida era tão fina
14E éramos olharmo-nos intacta retina
11A cajuína cristalina em Teresina

[Verso]

4Existirmos
9A que será que se destina
13Quando tu me deste a rosa pequenina
8Vi que és um homem lindo
9E que se acaso a sina
7Do meninim' infeliz
7Não se nos ilumina
14Tão pouco turva-se a lágrima nordestina
15Apenas a matéria vida era tão fina
14E éramos olharmo-nos intacta retina
11A cajuína cristalina em Teresina
[Verso]

4Existirmos
9A que será que se destina
13Quando tu me deste a rosa pequenina
8Vi que és um homem lindo
9E que se acaso a sina
7Do meninim' infeliz
7Não se nos ilumina
14Tão pouco turva-se a lágrima nordestina
15Apenas a matéria vida era tão fina
14E éramos olharmo-nos intacta retina
11A cajuína cristalina em Teresina
11A cajuína cristalina em Teresina
11A cajuína cristalina em Teresina