14É aquela que fere, que virá mais tranqüila
14Com a fo me do povo , com pedaços da vida
20Com a du ra semen te, que se pren de no fogo de toda multidão
10Acho bem maisdo que pe dras na mão
14Dos que vi vem calados, pendura dos no tempo
15Esquecendo os momentos, na fundura do poço
14Na garganta do fosso, na voz de um can tador
14E virá como guer ra, a terceira mensagem
14Na cabeça do homem, a flição e coragem
23Afastado da terra, ele pensa na fera , que o começa a devorar
11Acho que os anos irão se pas sar
14Comaquela certeza, que te remos no olho
21Novamente a i déia, de sairmos do poço , da garganta do fosso
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10Acho bem mais
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15Es
14Na gargan
14E virá co
14Na cabe
23Afasta
11Acho que os anos i
14Com
21Novamen