Dulce-pontes Patio Dos Amores

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End rhyme Internal rhyme
[Estrofe 1]

21Sentada num camarim, vejo a minha história a passar por mim
22Sentada num camarim, perdidos na memória os lábios de carmim
21Sentada num camarim, vejo a minha história a passar por mim
22Sentada num camarim, perdidos na memória os lábios de carmim
[Estrofe 2]

17A todos pensei amar, ai de cada um, ai de cada qual
18Mas nenhum me soube dar esse verbo amar que faz tanto mal
17A todos pensei amar, ai de cada um, ai de cada qual
18Mas nenhum me soube dar esse verbo amar que faz tanto mal
[Estrofe 3]

22E quando estava a passar a marcha popular ao pé da tua porta
21Fui teus olhos encontrar, perdi-me nesse olhar e caí como morta
22E quando estava a passar a marcha popular ao pé da tua porta
21Fui teus olhos encontrar, perdi-me nesse olhar e caí como morta
[Estrofe 4]

20Ai meu Deus, que desvario, ai andar ao frio, ai perder o sono
24Ó Maria, que fastio, andei fio a pavio e o homem já tem dono
20Ai meu Deus, que desvario, ai andar ao frio, ai perder o sono
24Ó Maria, que fastio, andei fio a pavio e o homem já tem dono

[Estrofe 1]

21Sentada num camarim, vejo a minha história a passar por mim
22Sentada num camarim, perdidos na memória os lábios de carmim
21Sentada num camarim, vejo a minha história a passar por mim
22Sentada num camarim, perdidos na memória os lábios de carmim
[Estrofe 2]

17A todos pensei amar, ai de cada um, ai de cada qual
18Mas nenhum me soube dar esse verbo amar que faz tanto mal
17A todos pensei amar, ai de cada um, ai de cada qual
18Mas nenhum me soube dar esse verbo amar que faz tanto mal
[Estrofe 3]

22E quando estava a passar a marcha popular ao pé da tua porta
21Fui teus olhos encontrar, perdi-me nesse olhar e caí como morta
22E quando estava a passar a marcha popular ao pé da tua porta
21Fui teus olhos encontrar, perdi-me nesse olhar e caí como morta
[Estrofe 4]

20Ai meu Deus, que desvario, ai andar ao frio, ai perder o sono
24Ó Maria, que fastio, andei fio a pavio e o homem já tem dono
20Ai meu Deus, que desvario, ai andar ao frio... ai perder o sono
24Ó Maria, que fastio, andei fio a pavio e o homem já tem dono