9Chamaram-me ovelha negra
8Por não aceitar a regra
8De ser coi sa em vez de ser
8Rasguei o man to de mito
8Epedi mais infinito
8Na urgência deviver
8Caminhei va les e rios
8Passei fomes passeifrios
8Bebi água dos meusolhos
7Comi raízesde dor
9Doeu-meo cor po de amor
8Em leitos feitos escolhos
8Cansei as mãos e os braços
8Emnegati vos abraços
11De que a alma esteve ausente
8Do sanguedas mi nhas veias
9Ofereci taças bem cheias
9Á sede de toda a gente
8Arranquei com os meusdedos
8Migalhas de grão, segredos
8Da terra escassade pão
7Mas foi por mim queviveu
7A alma que Deusme deu
7Num corpo feitorazão
8Por não acei
8
8
8E
8Na urgência de
8
8Passei fomes passei
8Bebi água dos meus
7Comi raízes
9Doeu-me
8Em leitos feitos es
8Cansei as mãos e os braços
8Em
11
8Do sangue
9O
9Á sede de to
8Arranquei com os meus
8Migalhas de grão, se
8Da terra escassa
7Mas foi por mim que
7A alma que Deus
7Num corpo feito