Djavan Sevilhando

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End rhyme Internal rhyme
[Verso]

14Andaluz é o mar e o negro nosso trigo
14Cantam pra confirmar amor em cada abrigo
19Onde os dois proclamam que só quem ama não teme o perigo
19E não querem nada além de a todos com o canto encantar
13Mas Sevilha plantou, na Alagoas nata
13Um fiel servidor a par do que se trata
20E uma música negra vai sevilhando tudo ali na lata
18E só é inteiro o que aclama toda forma de amor
[Pré-Refrão]

17Ao se falar de vida, vê-se o quanto é tão sério
18Nada mais é a vida que sede de um grande império
16Deus é quem dá o caminho, mas as pernas são as suas
17Trate de vencer a tudo quanto for subida, descida
[Refrão]

15Uma é saber como, a outra é nada saber
17Queria sândalo, mas também podia ser camomila
18Ou mesmo lavanda, ou vanila, para enfrentar o viver
17Queria sândalo, mas também podia ser camomila
18Ou mesmo lavanda, ou vanila, para enfrentar o viver
[Verso]

14Andaluz é o mar e o negro nosso trigo
14Cantam pra confirmar amor em cada abrigo
19Onde os dois proclamam que só quem ama não teme o perigo
19E não querem nada além de a todos com o canto encantar
13Mas Sevilha plantou, na Alagoas nata
13Um fiel servidor a par do que se trata
20E uma música negra vai sevilhando tudo ali na lata
18E só é inteiro o que aclama toda forma de amor

[Pré-Refrão]

17Ao se falar de vida, vê-se o quanto é tão sério
18Nada mais é a vida que sede de um grande império
16Deus é quem dá o caminho, mas as pernas são as suas
17Trate de vencer a tudo quanto for subida, descida
[Refrão]

15Uma é saber como, a outra é nada saber
17Queria sândalo, mas também podia ser camomila
18Ou mesmo lavanda, ou vanila, para enfrentar o viver
17Queria sândalo, mas também podia ser camomila
18Ou mesmo lavanda, ou vanila, para enfrentar o viver
17Queria sândalo, mas também podia ser camomila
18Ou mesmo lavanda, ou vanila, para enfrentar o viver
17Queria sândalo, mas também podia ser camomila
18Ou mesmo lavanda, ou vanila, para enfrentar o viver