Djavan Extase

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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1]

12Eu devia ter sentido o teu rancor
14Mas tava doido num jogo de Vasco-ô-ô-ô!
13Eu fiquei cego na estrada de Damasco
12E armei num botequim, virei a mesa
13Tava em êxtase que nem Santa Teresa
[Verso 2]

13Eu devia ter partido a tua cara
13Mas eu era um São Sebastião flechado
13Mais um seu Zé Mané, ungido e mal pago
12Escada pro céu na rua da passagem
12Aura marginal do morto na garagem
[Verso 3]

8Barrabás, Querubim, pinel
17Eu, Xará, um bárbaro arataca saqueando roma
17Eu, Xará, um bêbado babaca em estado de coma
18Eu, Xará, o cordeiro de Deus, o bode expiatório
[Verso 4] (2X)
15A testemunha ocular que não tem nada a ver
13O condenado que não tem nada a perder
12O mordomo na chanchada de suspense
12O presunto na baixada fluminense

[Verso 1]

12Eu devia ter sentido o teu rancor
14Mas tava doido num jogo de Vasco-ô-ô-ô!
13Eu fiquei cego na estrada de Damasco
12E armei num botequim, virei a mesa
13Tava em êxtase que nem Santa Teresa
[Verso 2]

13Eu devia ter partido a tua cara
13Mas eu era um São Sebastião flechado
13Mais um seu Zé Mané, ungido e mal pago
12Escada pro céu na rua da passagem
12Aura marginal do morto na garagem
4Na garagem
4Na garagem...