Diabo-na-cruz Memorial Dos Impotentes

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End rhyme Internal rhyme
10No alegre cumear dos montes
10Lá onde as oliveiras tremem
12Andava um gavião de asas brancas
12Parecia já saber que me perseguem
10Ó areal, ó mar Atlântico
9Ó vã lazeira má tristura
11A obra há-de ser bem assentada
12Na terra da firmeza e da loucura
5Li pela manhã
7Os números no jornal
8Nada que impressione
6É-me tudo igual
7As cartas do futuro
8Dêem morte ou glória
9Pró bicho da era moderna
9São só mais uma história
9Tomai farelos e gracejos
9Cinistas arrilhai os dentes
12É só pôr o meu nome aí lacrado
10No memorial dos impotentes
8Ó Leonor devora
7Que tal a guilhotina?
12Diziam que a si não lhe assentava
8Por ser bela a menina
8São sete os cavaleiros
5Uma só missão
16Dar água aos eucaliptos de Catraia do Sortelhão
7Roubas-me a vontade
8Dás cabo do meu vizinho
15Em toda a parte és pedaço de mau caminho
11Nota, um dia destes tens à porta
7Quais quinhentos um milhão
7Levava-te às Caldas
8Só que ando a trabalhar
7Passa aí na moshe
6Do roque popular
12Podem cancelar na Clínica de Oiã
13Não morremos hoje nem casamos amanhã