Diabo-na-cruz Estrela Da Serra

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End rhyme Internal rhyme
7Manhã de cotovias
9Pico o macho na garupa
7Volver lá a trasserra
8Eis que a guerra começou
8Bem querer, cabeça fria
8Vai merenda nos alforges
8À ilharga dão, Mondego
7Santa Comba do doutor
8Insurreição, insurreição
9Brota do Vale de Besteiros
8Vão a julgar, vão a julgar
9Três chicos-espertos, um gestor
8Ó deus do céu, ó deus do céu
9Berram tacheiros e beatas
13O meu bicho vai valente e bom de cascos
13Segue a estrada pra Gouveia sem temor
10Com o andar se chega à noite
8Dão malhadas às ovelhas
8Meu peito fiel honrado
7Não vê balas por um triz
8Dou frente ao bar da feira
10Dê Gouveia tinto a um santo
7Nem pense diz fidalgo
7Desses castros de Reriz
8Dizem que não, dizem que não
9Dizem que não, não há mais vinho
8Mas vão mais três, ai vão mais três
8É vão mais três pró regedor
8Dizem que já, dizem que já
9Dizem que já não há dinheiro
12Mas e esse tão pimpão e anafado
11Deve cá beber o sangue do senhor
11Estrela da serra eu venho vê-la
11Serra da Estrela na sua terra
11Estrela da serra eu quero vê-la
10Serra da Estrela vir à guerra
8Ó Castelo de Linhares
9Já os lobos cercam o pastor
9Eu não tarda chego à Guarda
7Mora lá o meu amor
8Moído e satisfeito
11Afundo o queixo à madrugada
8Vêm novas que ó da guarda
8Jugo espera lá por mim
8Estão homens de Trancoso
8De Belmonte, de Manteigas
8No escuro, sé ao longe
9Largo o macho se é meu fim
8Rua da sé, rua da sé
10Corto por cima ao ver soldados
8Ladram os cães, ladram os cães
11Fica a do conde a um quarteirão
10Salto o portão, salto o portão
10Procuro abrigo nas figueiras
13consigo ouvir no meio do sarilho
11O bater do coração de Portugal
11Estrela da serra eu venho vê-la
11Serra da Estrela na sua terra
11Estrela da serra eu quero vê-la
10Serra da Estrela vir à guerra