Deolinda Fado Castigo

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End rhyme Internal rhyme
10Proibissem a saudade de cantar
8Havia de ser bonito
12Entre os versos da canção mais popular
9Ai, é o dito por não dito
19E as guitarras, sob a escuta na batuta de outras modas
12Escondem no trinar das cordas o pesar
17E o poeta vigiado, forçado ao assobio
13Carpias mágoas do destino sem mostrar
14E ao calor de uma fogueira, um amigo
12Com a voz mais aquecida lá entoa:
15Que a saudade mais que um crime é um castigo
11E prisão por prisão, temos Lisboa
3Na-rei-ah...
10Proibissem a saudade de cantar
8Havia de ser bonito
12Entre os versos da canção mais popular
9Ai, é o dito por não dito
19E as guitarras, sob a escuta na batuta de outras modas
12Escondem no trinar das cordas o pesar
17E o poeta vigiado, forçado ao assobio
13Carpias mágoas do destino sem mostrar
14E ao calor de uma fogueira, um amigo
12Com a voz mais aquecida lá entoa:
15Que a saudade mais que um crime é um castigo
11E prisão por prisão, temos Lisboa
3Na-rei-ah...