Dealema Supernova

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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1: Maze]

13Vou escapar da ilha, construir a ponte
14Subir uma milha até ao topo do monte
15Lá de cima eu vislumbro um novo horizonte
14Corro livre pelo prado como um bisonte
13Voam setas pelo ar, tentam-me atingir
13Mas tenho novas metas, sim eu vou conseguir
12Tu vais conseguir porque p'ra nós amigo
13Não existe não consigo nem vou desistir
15Vamos cortar os cordéis desses marionetistas
14E deveras tomar rédeas das nossas vidas
13Com o toque de Midas construir saídas
16Das ruínas que impuseram às nossas famílias
12idosos e crianças sem refeições
13As vossas ações merecem crucificações
15Somos a voz de comando de várias gerações
13Com apetite voraz pelos vossos milhões
[Refrão: Elizabete Silva]

12Tenho em mim todos os sonhos do mundo
9Sente a luz, a tua aura
14Liberta-te e acorda do sono profundo
15Sobe a montanha, purifica a tua alma
[Verso 2: Fuse]

14Acordei do sonho, a criança já não chora
16O relógio já não pára, ainda tenho tempo
14Acordei sem medo, empresta-me um isqueiro
15Camião cisterna em direção ao parlamento
14Nunca, nunca pares, nunca te cales, estuda
14Punho fechado a quem diz que não vales, luta
16Se tens noção da verdade, rimas ao som da verdade
16Não tens metade da cara se não tens cara metade
14Respeita a sorte quando a morte te chama
16Não respeites só a vida quando a vida t'acama
18Não desenterres o passado se o passado te enterra
16Não caminhes sobre a água, mal-amado de merda
15És arte sacra, sagrada a pegada que deixas
15Se rastejas com orgulho nem a lama te pára
12Fogo que não se vê, não se vê mas sente
16Inspira fundo, levanta-te da câmara ardente

[Refrão: Elizabete Silva]

12Tenho em mim todos os sonhos do mundo
9Sente a luz, a tua aura
14Liberta-te e acorda do sono profundo
15Sobe a montanha, purifica a tua alma
[Verso 3: Mundo Segundo]

12Pelo amor dos meus e com amor de Deus
14Sinto o amor dos teus, sinto-me um semideus
8Um dos como Mateus ou dos 47
14Sublime chama-me Ronin, samurai sem mestre
17Vivi o presente sem medo, a vida é com Sakura
15Flui por pouco tempo, feliz o que aproveitará
15Infeliz será aquele que se atravessará
17Atreverá, no caminho do guerreiro não padecerá
18A honra é a minha âncora, tenho raízes profundas
18Uso palavras como sabres, decapito almas imundas
18Nossa casa, a Terra, deve ser cuidada e protegida
19Alimentada por um amor intenso e sem contrapartida
15Leal ou ancestral, serei fiel ao desapego
17Caminho em direção à luz se o futuro é negro
14Defendo os meus parentes com unhas e dentes
12Mesmo que ausentes, honrar os meus entes
8Esse é o meu emprego
[Refrão: Elizabete Silva]

12Tenho em mim todos os sonhos do mundo
9Sente a luz, a tua aura
14Liberta-te e acorda do sono profundo
15Sobe a montanha, purifica a tua alma

[Verso 4: Expeão]

15Vamos brilhar como estádios com holofotes
9Iluminar as ruas com molotov
15Descarregar palavras e mágoas com 8 estrofes
8Com amplificadores com 5000W
15De onde saem vozes como balas para porcos
14Força para o povo, forca para os lordes
11Ocupas em squats gritam auto-gestão
11Gunas em spots apanhados com sabão
15Depois de cães grandes terem lavado as suas mãos
13Os reais inimigos tu nem sabes quem são
10Palavras são lançadas tal e qual
14Bombas de napalm quando tudo parece calmo
21Demos os corpo ao manifesto por isto, eu não desisto, insisto
14A nossa ira é como a raiva de Cristo
13Incendiários, temos fogo na mente
12E o exército do povo na frente
[Refrão: Elizabete Silva]

12Tenho em mim todos os sonhos do mundo
9Sente a luz, a tua aura
14Liberta-te e acorda do sono profundo
15Sobe a montanha, purifica a tua alma
15Sobe a montanha, purifica a tua alma