[Intro]
15Quando estiveres na merda, por favor tem cal
ma
10Sobre
vivência
diária
[Verso 1: Fuse]
15Alerta! O
ser humano é básico, trá
gico
12Contra a própria raça é sá
dico
14Um
bebé abandonado num saco plás
tico
16Adolescente apa
nha a SIDA com o pa
drasto
20U
ma cabeça é decapi
tada no rapto, noticiá
rio:
12"Invasão de canibais ao está
dio"
14Um e
migrante com o crânio esma
gado
21Dói tanto como um
pai que perde lentamente um filho igno
rado
16Um vide
ojogo que acaba em assassi
nato
18A religião eleva a
fé do bombista faná
tico
19Um aciden
te na estrada po
de acabar num "obri
gado"
11Ou
então com a frase "eu mato-te!"
36Violência ge
ra violên
cia, violência gera
ignorância, ignorância ge
ra violên
cia
18Se és dotado de in
teligência
quebra a ca
deia
18Tu és dotado de inteligência, quebra a ca
deia!
[Refrão: Mundo Segundo]
12Ignorân
cia gera violência
10Nela nunca procu
rei abrigo
12Cultivo a paz pela sub
sistência
17Da existên
cia deste universo on
de resido
14Se estás a um passo do abis
mo pensa bem
14Será que vale mesmo a pena
ir mais além?
14A consequência do
acto torna-te refém
18Não queiras para os outros
o que não queres pa
ra ti também
[Verso 2: Expeão]
10E
ele puxou o gatilho da 6.35
10Bazou, deixou
sangue no re
cinto
16Ele era um puto normal, um puto bombás
tico
14Mas era
mal-tratado pelo padrasto,
a mãe
10Não
tinha tempo
para intrevir
18Trabalhava horas extras numa fábrica para sub
sistir
16Sem tempo
para o a
companhar
ou dar edu
cação
15Primeiro meteu patelas, depois veio o
sabão
14Pas
sou para os qui
los, depois veio o filho
20Pas
sou para as bases, depois vei
o o vício (e a res
saca!)
19Começaram os as
saltos à mão ar
mada, a joa
lharias
19Com
Fiats Unos rou
bados e gunaria de
todos os lugares
23De
todos os bairros, do A
leixo ao Tarrafal até
criar um gangue lo
cal
13O seu pai estava demente, es
tava a
2flipar
13Veterano, ex-combatente do Ultra-
Mar
16Tinha
ido para mor
rer, tinha ido para matar
19Mas não estava preparado para o que
iria enfrentar
14Veio
traumatizado com quem tinha
matado
14Com pastilhas que tinha to
mado, obrigado
10A ingerí-las com a comi
da
14Con
tinham LSD e anfetaminas, drogas químicas
15O puto a
cabou condenado, encar
cerado
16A mãe com um desgosto e o pai
alcoolizado
[Verso 3: Maze]
11Pousa essa arma, e lê um
livro
3Não
é mau
2karma
7, tens livre-arbí
trio
12Vê se tens calma, vence esse ví
cio
12Andas em círcu
lo, quebra esse
ciclo
11Não estás perdido, há um ca
minho
14Tens uma mente, a
limenta o espí
rito
11Planta a semente, sê posi
tivo
14Dissipa o ódio e ama o pró
ximo
[Refrão: Mundo Segundo]
12Ignorân
cia gera violência
10Nela nunca procu
rei abrigo
12Cultivo a paz pela sub
sistência
17Da existên
cia deste universo on
de resido
14Se estás a um passo do abis
mo pensa bem
14Será que vale
mesmo a pena
ir mais além?
14A consequênci
a do acto tor
na-te refém
19Não queiras para os outros o que nao queres pa
ra ti também
[Refrão: Mundo]
12Ignorân
cia gera violência
10Nela nunca procu
rei abrigo
12Cultivo a paz pela sub
sistência
17Da existên
cia deste universo on
de resido
14Se estás a um passo do abis
mo pensa bem
14Será que vale
mesmo a pena
ir mais além?
14A consequênci
a do acto tor
na-te refém
19Não queiras para os outros o que nao queres pa
ra ti também
[Outro]
14«Trevas antecedem a alvorada da alma»
18«De
pois do sangue e do mal, de volta ao mais alto i
deal»
15«
Quando estiveres na mer
da por favor tem
calma»
12«Estamos a sensibili
zar as massas»
14«Trevas antecedem a
alvorada da
alma»
15«Quando estiveres na mer
da por favor tem
calma»
10«Sobrevivência diá
ria!»