[Intro: Expeão]
7A ca
minho de casa
3Sou
mais um
7A ca
minho de casa
3Sou
mais um
5Um senti
mento
[Verso 1: Maze]
17Para ele a misériaerao prato
dodia
17Vi
via com o estômago va
zio ounem
comia
14Nunca iria roubar, era hones
to de mais
16Nunca iria mendi
gar, era orgulho
so de mais
17Sua
prioridade máxima, alimentar
os filhos
17Sem espaço para ví
cios, apenas sacri
fícios
17Desde que a
mulher partira, e partira seu cora
ção
13Só sobrevivência,
sem cicatriza
ção
19Transformado em super-ho
mem, pelas vicissitudes da vida
13Nun
ca mudaria
as suas atitu
des
16Sem tem
po para viver e com a corda
no pescoço
16A pressão do ganha-pão, da
escravidão,
do esforço
15Na
pobreza com a
nobreza, apren
deu a lição
15Imune à tentação da autoco
miseração
19Mesmo quando esmore
cia e i
a ao fundo
por momentos
17Tinha a sua recompen
sa do sorriso
dos rebentos
[Refrão: Expeão]
7A ca
minho de casa
15Um sentimento triste invade
a minha alma
7A ca
minho de casa
8Sou mais um
mero sonhador
7Mais um mero sonhador
[Verso 2: Mundo Segundo]
24Ul
tima recorda
ção do exterior, foi
o interior da am
bulância
17Nunca se tinha
visionado em tal cir
cunstância
20No corredor de urgênci
a, a espera era intermi
nável
19Crescia o medo de um diagnóstico, na
da favo
rável
17Família entra sorridente sai com o
lhos de vidro
18Tenta aprovei
tar por um momento, todo tem
po perdido
16Ela sabe que
por dentro,
algo não funci
ona bem
1270 anos de histórias
e memórias
15Que ainda lhe trazem, uma rés
tia de força
9Naquela ca
ma de hospital
22Pior que u
ma solitári
a, um estabelecimen
to prisional
16O seu corpo
não descansa, olhar
triste e pe
sado
17Sente
medo e quando dor
me vê fantasmas do pas
sado
18Sinto a tocar-me na face com a su
a mão enru
gada
17A imponência
da doença, transforma-nos em
nada
19De repente sinto toda
uma vida a passar-me
à frente
19Seu sacrifíci
o tornou-me
no homem que sou presen
temente
[Refrão: Expeão]
7A ca
minho de casa
15Um sentimento triste invade
a minha alma
7A ca
minho de casa
8Sou mais um
mero sonhador
7Mais um mero sonhador
[Verso 3: Fuse]
16Esta é a história de um anjo
amigo meu
13Nu
no, é verídica, ele
já faleceu
15Não tinha asas, ele escolheu ser
esquecido
15Mendigo, ri
co de espírito, mor
reu sozinho
6Chame
mos-lhe ninguém
17Tinha os olhos brancos, foi cegado pela
escuridão
5Que
a vida tem
13Cansado de viver com pesso
as sem visão
13A visão que ele tinha, e
ra mais além
9Ele foi quem não
queria ser
11Vida perfei
ta que não queria ter
10Acor
rentado pe
lo ideal
16Tu provaste
ser, alguém tornou-o em al
guém irreal
9Quantas tempesta
des eu vivi
9Quantas memóri
as escrevi
12Esta foi a página que
eu arranquei
13Quando me lembrei do dia em
que eu morri
[Refrão: Expeão]
7A ca
minho de casa
15Um sentimento triste invade
a minha alma
7A ca
minho de casa
8Sou mais um mero sonhador
7Mais um mero sonhador
8Sou mais um mero sonhador
7Mais um mero sonhador