[Refrão: Bezegol]
9Agarra bem o teu mo
mento
9Nunca sabes se é a
gora
8Não deixes morrer por
dentro
8Há tan
ta vida cá
fora
8Não queiras prender o
vento
14Quan
do ele carrega a tu
a história
8A cicatriz vai no
tempo
11Com o peso da tu
a memória
[Verso 1: Mundo Segundo]
9Alô, meu mano tá tu
do bem?
13Não deixes que o orgulho te faça
refém
14So
lidão, não é solução pa
ra o problema
16Ta
mos juntos à distância de um
telefonema
14O tempo pas
sou veloz na vi
a da esquerda
13Nenhum de nós
soube bem li
dar com a perda
10Sorrisos fáceis,
tempos difíceis
10Laços voláteis,
são como mísseis
10Arrasam tudo
por onde passam
11Punhos que cerram ja
mais se abraçam
11Ciclos que encerram
portas que abrem
10Muitos que falam
poucos que sabem
14Há cura para tudo menos
para a morte
13Essa verda
de pura vai
sarar o corte
17Pois
quem muda Deus ajuda, mesmo que nin
guém te acuda
15Sim, eu sei a
dor é aguda mas
tens de ser forte
[Refrão: Bezegol]
9Agarra bem o teu mo
mento
9Nunca sabes se é a
gora
8Não deixes morrer por
dentro
8Há tan
ta vida cá
fora
8Não queiras prender o
vento
14Quan
do ele carrega a tu
a história
8A cicatriz vai no
tempo
11Com o peso da tu
a memória
[Verso 2: Fuse]
13Escu
ta! Parece-me que te ou
vi chorar
11Sem medo
partilha, podes
confiar
10Há dor que
rasga, dor que afasta
15Usa a tua para inspi
rar e aproximar
12Quantos desabafos cabem
num suspiro?
12Quanta dor escondes com o
teu sorriso?
11Quem não sofreu com o pe
so do mundo?
10Somos heróis com capa de
chumbo
12Já deves ter ouvido, és es
pecial
14A tua fé che
ga tão longe, é es
pacial
15A derrota não
te cala, afina a tu
a voz
15A palavra
é para quedas, segura-te
a nós
15Cada fôlego é um poe
ma ao desa
fio
12Ter inspiração com saldo nega
tivo
18Na tua singularidade está a tu
a liberdade
17Abraços só se escrevem quando aper
tam de verdade
[Verso 3: Maze]
13Afas
ta o nefasto, o mundo
é vasto
11O tempo
bem gasto vai dei
xar lastro
15Dissi
pa a neblina. Vai! En
xuga a lágrima
14E ao virar da
esquina fecha a
página
11O er
ro ensina, não é
sentença
14Semeia que germi
na e pode ser que
cresça
13Já
basta de sombra, pé na porta, ar
romba
16Solta, desa
marra a cor
da, é hora, mãos à
obra
13Sem pedir licença avança com certeza
16A noite ainda é crian
ça, leve pé
na dança
14Com brio no teu brilho de fio a
pavio
16Acende es
se rastilho e dinamita
o medo
11Mas afinal, quem é que te
limita?
13É o dedo
no gatilho da me
mória?
13Vais ficar à espera da bala
perdida?
13Vomita já essa
vontade in
dómita
[Refrão: Bezegol]
9Agarra bem o teu mo
mento
9Nunca sabes se é a
gora
8Não deixes morrer por
dentro
8Há tan
ta vida cá
fora
8Não queiras prender o
vento
14Quan
do ele carrega a tu
a história
8A cicatriz vai no
tempo
11Com o peso da tu
a memória
[Verso 4: Expeão]
10Tento em vão agarrar
o vento
11Mas o sofrimento, nunca
o venço
10Perdi tudo o que eu a
mava
18Mal eu sabi
a, quando mais o
agarrava mais me fu
gia
12Dei-
te o meu co
ração, eu dei-te tudo!
17Engulo a mago
a, desta vi
da não levamos
nada
11A solidão dis
farça-se de
dia
13Mas quando
cai a noite vem em dema
sia
9Será que
fomos longe
demais?
17Criámos
catedrais liricais,
momentos que não vol
tam mais
13Amigos partiram como fumo
no vento
17E eu fiquei soli
tário a tentar matar o tempo
11Não quero ser feliz, fugi da
matriz
18Fi
quei triste quando
o Rui se atirou da
ponte Dom Luiz
15Te
mos sorte, brindamos, ainda
estamos vivos
12Pe
los nossos filhos e
entes queridos
[Refrão: Bezegol]
9Agarra bem o teu mo
mento
9Nunca sabes se é a
gora
8Não deixes morrer por
dentro
8Há tan
ta vida cá
fora
8Não queiras prender o
vento
14Quan
do ele carrega a tu
a história
8A cicatriz vai no
tempo
11Com o peso da tu
a memória
[Outro: Bezegol]
9Nunca sabes se é
agora
9Nunca sabes se é
agora
8Não temas o julgamento
11Dos fracos
não reza a histó
ria
7Segue o teu ca
minho
12Com a luz que a tua alma e
mana
9O amor que tu guardas
dentro
10Deixa todos ver a sua
chama