Dealema O Sangue

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End rhyme Internal rhyme
[Intro: José Mariño]

2Maze
3Expeão
2Fuse
9Dj Guze, e Mundo Segundo
5Como é que é?!
22º Piso
10Uh?! Obrigado pela recepção
4Finalmente!
[Verso 1: Expeão]

17Desbravo a noite escura, busco luminosidade
17Cada linha minha é uma busca pela liberdade
7falo a verdade
10E a verdade te liberta
6Cresci com os gunas
8Testemunhas de Jeo
13Linhas sinceras, vivi a realidade
14Filho de Deus, cresci na era da tempestade
6Bandido lírico
10Num mundo sem lei, o sеntimento é crítico
10Num uno Dealema 5 tás com dеlay
16Respeito é conquistado não é dado de bandeja
14Cada verso é uma oração uma pleja
6Rezo na igreja
14Ando nas ruas na sombra dos antepassados
16Revoltas e insurreições nos olhos dos maltratados
13Na selva Urbana busco a libertação
17Pena escrita permanente e gravada na frustração
6A folha rasgada
12Revela o osso fica a cicatriz
15Tinta derramada pelo sangue do nosso país

[Refrão: Mundo Segundo]

8Escrevemos pela vida!
2(Ayyyyyy uuuh)
14O sangue que nos corre pelas veias é tinta
13(É Dealema, é mais uma investida)
9Desde o ponto de partida
2(Ayyyyyy uuuh)
14O sangue que nos corre pelas veias é tinta
10(Como se não houvesse amanhã!)
[Verso 2: Mundo Segundo]

17És da Era com muita pinta pouca tinta na caneta
21Muita finta alguém que sinta esta equipa é como um cometa
17Passamos uma vez na vida cruzamos a atmosfera
18O transe da escrita vivida na alma que vocifera
14Quem me dera que tudo fosse como um fosso
9Para conheceres a fundo
19Como a vida é agridoce assim que pisas este mundo
16Deste-me um motivo válido num quadro pálido
15Cálido é o que escrevo se és inválido
16Pousa a caneta sai vê como o império cai
16Como uma mãe que cria um filho aqui não há pai!
17O poeta vai honrar a escrita como um samurai
17Diferenciada e única como obras no Dubai
17Ser dealemático, lunático, multitemático
14Subterrâneo tal e qual lençol freático
24Catedrático o coletivo martela cabeças de martelo pneumático

[Refrão: Mundo Segundo]

8Escrevemos pela vida!
2(Ayyyyyy uuuh)
14O sangue que nos corre pelas veias é tinta
13(É Dealema, é mais uma investida)
9Desde o ponto de partida
2(Ayyyyyy uuuh)
14O sangue que nos corre pelas veias é tinta
10(Como se não houvesse amanhã!)
[Verso 3: Maze]

14A chave da saída, faísca criativa
12Escrevemos pela vida, sem dúvida
16Palavra é dádiva, a escrita é emotiva
12Sativa, activa a língua nativa
11Ignição, o coração é vórtice
13Conexão, ligação directa ao córtice
13O amor à Arte supera misérias
13Humor escarlate ferve nas artérias
13A rima verte da clepsidra egípcia
12Transfusão de hemoglobina lírica
10Desde miúdo, com conteúdo
12Sob pressão, aerossol como expressão
13O sol brilha, dar o litro a cada linha
15Em prol da prole, pelo futuro da minha filha
12A voz é livre, vive sem preconceito
11É Dealema, tatua no peito

[Refrão: Mundo Segundo]

8Escrevemos pela vida!
2(Ayyyyyy uuuh)
14O sangue que nos corre pelas veias é tinta
13(É Dealema, é mais uma investida)
9Desde o ponto de partida
2(Ayyyyyy uuuh)
14O sangue que nos corre pelas veias é tinta
10(Como se não houvesse amanhã!)
[Verso 4: Fuse]

17Pensamento é soco forte como fogo em Shaolin
18Como o sangue que escorre pelo aço é flamejante
15Entretém-te e vem-te enquanto o mundo arde
16Hecatombe cultural, estado de calamidade
19Focado na revolução mental esperto como Espártaco
18Fusão num mundo à parte ectoplasma Dealemático
16Poeta nunca morre! Imortalizo uma canção
19Não escolho a morte, escolho a vida em mais uma sessão
16«Informação ao Núcleo» ainda bate no tambor
17Chavalo que não esquece o bairro vá para onde for!
11DLM – escrita é clube de combate
16Temos fãs como canais por baixo da tua cidade
5Desde 1996 no sangue
12Fiz a tropa no 2º Piso ao som de Wu-Tang
15Eu escrevo pelo amor, pela dor, pela fome
13Porque a força que há em mim é enorme
[Refrão: Mundo Segundo]

8Escrevemos pela vida!
2(Ayyyyyy uuuh)
14O sangue que nos corre pelas veias é tinta
13(É Dealema, é mais uma investida)
9Desde o ponto de partida
2(Ayyyyyy uuuh)
14O sangue que nos corre pelas veias é tinta
10(Como se não houvesse amanhã!)