[Verso 1: Mundo Segundo]
17Fomos do vale
ao topo e do topo até ao
vale
20E
quanto vale a experiência de um
joelho que
rale
13Na
queda da en
costa pouca gen
te gosta
12Pouca gente
posta, pouca
gente mostra
15A fratura
exposta da verdade
que vivemos
20Carregamos aos ombros em
escombros o pe
so do que escolhemos
18Meta
de do que es
crevemos escre
vemos pela meta
de
14Poеtas em contramão, mas sempre com
frontalidadе
13Da
nos colaterais cami
nhos bilaterais
14Desbravamos terrenos, menos
com menos dá mais
15Somos o
que comemos então evito a
nimais
15Longe de para
benos e seres artificiais
16Sem extremos radicais no meio está a
virtude
15Pensamento transgénico
é gordura e
fast food
16Não se
guimos rebanhos, ze
rados,
vimos de o
rigem
17Orienta
dos pelo que somos e não pelo que
dizem
[Refrão: Mundo Segundo]
13Que a mensagem seja palavra de
ordem
14Fonte
de luz entre o caos e a de
sordem
15Enquanto os homens pouco a pouco se con
somem
15Planta
mos sementes para que solos se trans
formem
13Que a mensagem seja palavra de
ordem
14Fonte de luz entre o caos e a desordem
15Enquanto os homens pouco a pouco se con
somem
15Plantamos sementes para que solos se transformem
[Verso 2: Maze]
15Emergi
mos do a
bismo do nosso silên
cio
14Vozes ecoam
nas ruas, o clima é
tenso
12As rugas,
os traumas as fen
das profundas
12Sementes germinam em ter
ras fecundas
11Nunca confundas com mo
das absurdas
13Marcas gravadas na carne, são
inúmeras
12Batalhas travadas, num jogo de sombras
13So
a o alarme, revolvem
as vísceras
12Bombas re
bentam, as forças
são míseras
13Combate
o peso do chumbo
nas pálpebras
12O sangue jorra da feri
da que arde
13O medo invade, coragem
que é tarde
16A
nunciámos as distopias, ago
ra vive-as!
14Sonhamos com u
topias, é ho
ra, cria-as!
13Pala
vra é prana, alimen
ta a alma
13Chama que i
lumina, vida
numa palma
[Verso 3: Fuse]
14Liricista do segundo piso pentagonal
13Ei Fusível, Inspector Mórbido,
nasci num bloco
1424 horas por di
a não perderi
a a conexão
17Re
lação de sangue, poesia afas
ta a depressão
16Nunca cor
tei com o microfone, mantenho a
fome
15Paixão que fulmi
na é lamparina que con
some
2(
Já fui)
11a
garrado à vi
da por um fio
3(Ho
je sou)
11agarrado à vi
da por um filho
13O nosso metaverso nunca foi di
gital
17Meta
fórico universo laço físico e
mental
18Abranda a tua perce
ção o mundo é rápido
demais
14Miú
dos não aguentam, são ór
fãos no offline
12DLM,
perdi a conta quantos palcos
parti
15Gerações de e
nergia sente-a dentro
de ti
18Na
solitude abraça
a solidão se o mundo não te en
tende
17Quando ouvires Dealema
mano grita para
sempre
[Refrão: Mundo Segundo]
13Que a mensagem seja palavra de
ordem
14Fonte
de luz entre o caos e a de
sordem
15Enquanto os homens pouco a pouco se con
somem
15Planta
mos sementes para que solos se trans
formem
13Que a mensagem seja palavra de
ordem
14Fonte de luz entre o caos e a desordem
15Enquanto os homens pouco a pouco se con
somem
15Plantamos sementes para que solos se transformem
[Verso 4: Expeão]
14De
Luto pela liberdade,
negra ver
dade
14Na igreja da
batalha o siste
ma falha
17Não há
quem nos valha, ge
ração rasca, marginali
zada
17Chamados de es
cumalha, vida no fio
da navalha
13Aqui não vem a
câmara da tele
visão
16E a re
alidade é mais estranha que a
ficção
18Pelos meus eu faço uma oração, nas
horas de a
flição
13Porque eu
amo Deus de todo o coração
20Escrevemos
pela humani
dade, criamos um mundo á
parte
10Do sofrimen
to, fazemos
arte
14No centro da
tempestade dealema
parte
14Os
céus estão abertos para conquistar
marte
12Testemunha o Milagre da cri
ação
14Es
tamos de volta é a nova ressur
reição
16Fazemos história em derrotas ou vi
tórias
14Tudo
o que temos agora são me
mórias